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Olá amigos, bom domingo a todos e aproveitem ao máximo, pois a vida é feita de momentos e oportunidades.

Hoje é 1º de abril, Dia da Mentira e também Domingo de Ramos, dia de celebração da "entrada triunfal" de Jesus em Jerusalém, exatamente uma semana antes da sua ressurreição.

Bem, hoje tenho mais algumas novidades, no cinema, com traillers de filmes logo mais abaixo, ao final das postagens. Tem exposição na Pinacoteca do Estado, um texto interessante sobre os novos caminhos da leitura, que está levando para o e-book e a CPFL Cultural, com programas de música contemporânea e debates. Tem também novas fotos na Página Fotos.

Eu me aventurei escrevendo uma poesia Haicai, ou quase isso. Você conhece esse tipo de poesia? Veja quando surgiu no Brasil.

Por hoje é só. Espero que tenham gostado.

Beijo grande e nos falamos amanhã.

Miriam




Poesia Haicai

 Amargura

 
Amargura, tristeza e incompreensão.
Passado
aprendendo a viver.


Haikai, é uma forma poética de origem japonesa, que valoriza a concisão e a objetividade. Os poemas têm três linhas, contendo na primeira e na última cinco caracteres japoneses (totalizando sempre cinco sílabas), e sete caracteres na segunda linha (sete sílabas). Em português é escrito haicai.
Em japonês, haiku são tradicionalmente impressos em uma única linha vertical, enquanto haiku em Língua Portuguesa geralmente aparecem em três linhas, em paralelo. Muitas vezes, há uma pintura a acompanhar o haicai (ela é chamada de haiga). "Haijin" é o nome que se dá aos escritores desse tipo de poema, e principal haijin (ou haicaísta), dentre os muitos que destacaram-se nessa arte, foi Matsuô Bashô (1644-1694), que se dedicou a fazer do haikai uma prática espiritual.
O primeiro autor brasileiro de Haicai foi Afrânio Peixoto, em 1919, através de seu livro Trovas Populares Brasileiras, onde prefaciou suas impressões a respeito do poema japonês: “Os japoneses possuem uma forma elementar de arte, mais simples ainda que a nossa trova popular: é o haikai, palavra que nós ocidentais não sabemos traduzir senão com ênfase, é o epigrama lírico. São tercetos breves, versos de cinco, sete e cinco pés, ao todo dezessete sílabas. Nesses moldes vazam, entretanto, emoções, imagens, comparações, sugestões, suspiros, desejos, sonhos... de encanto intraduzível”. 
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Os novos caminhos da leitura


Nas últimas décadas as livrarias e bibliotecas foram invadidas por jovens que buscam descobrir na leitura conhecimentos nas mais diversas áreas.  Jamais se produziu e distribuiu tantos livros como na atualidade. A revista Veja divulgou que a série Harry Potter vendeu mais de três milhões de exemplares no Brasil e 400 milhões em todo o mundo. Em 2008,  Stephenie Meyer repetiu o sucesso editorial com a saga Crepúsculo que soma mais de 120 milhões de exemplares vendidos, destes cinco milhões só no Brasil.
Mas todos esses fenômenos editoriais não substituem a literatura clássica, diz o professor Hélio Justino, coordenador de língua portuguesa do colégio Galois. Hélio acredita que deve existir um equilíbrio entre os gêneros literários.  A literatura livre é importante para o desenvolvimento do leitor, mas é nos livros tradicionais que estão contidos  pontos de extrema importância para o enriquecimento cultural.
O uso dos livros digitais, conhecidos como e-books, é um debate recorrente no mundo literário. Há quem prefira e defenda as obras com o formato original de folha e tinta.
O coordenador do curso de pós-graduação em marketing e comunicação digital do Iesb, professor Marcelo Minutti destaca que a demanda por títulos e conteúdo digital é crescente entre os brasileiros.  “Em relação ao e-book o consumo só deve aumentar no País, já que o crescimento das vendas de livros em formato digital no exterior cresceu 164% só em 2010”,  disse.

Fonte: Jornal da Comunidade
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Lygia Pape - Espaço Imantado
Exposição até dia 13 de maio, na Pinacoteca do Estado


Primeira exposição retrospectiva de Lygia Pape (Nova Friburgo, 1927 – Rio de Janeiro, 2004) um dos principais nomes da arte brasileira contemporânea, com cerca de 200 trabalhos entre pinturas, relevos, xilogravuras, ações performáticas. Espaço Imantado descreve a trajetória da artista de forma pontual e objetiva, desde as primeiras pinturas abstratas e xilogravuras, 1950, até as Ttéias, 2000, seu último projeto. Com curadoria de Manuel Borja-Villel e Teresa Velázquez, diretor e curadora do Museo Nacional.
Lygia Pape (Nova Friburgo, 1927 – Rio de Janeiro, 2004) é considerada uma das principais artistas brasileiras, pelo grau de experimentação atingido em sua singular produção e pela constante mutação de suas obras. Iniciou sua carreira alinhada com o concretismo brasileiro do Grupo Frente. Junto com artistas como Hélio Oiticica e Lygia Clark, abandona este grupo em 1959 inaugurando a arte neoconcreta, cujo manifesto é considerado como o início da arte brasileira contemporânea.  A característica principal da obra de Pape é a integração das esferas estética, ética e política. Durante a fase neoconcreta realizou uma investigação sobre o dualismo entre matéria e forma com obras como Ballet Neoconcreto e Tecelares. Aos poucos, a aproximação de sua obra com a vida levou-a à inserção da temporalidade e a uma transformação constante dos meios.  Uma conquista importante dos artistas brasileiros como Pape foi o fato de tomar a abstração europeia como ponto de partida, mas sem fazer desta uma mera versão.

Pinacoteca do Estado de São Paulo 
Praça da Luz, 02, Luz, São Paulo

Telefone: (11) 3324-1000
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$3,00 
Grátis aos sábados.
Estudantes com carteirinha pagam meia-entrada. 
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.


Palestra
3 de maio de 2012 (quinta-feira), às 19h
Paula Pape, presidente do Projeto Lygia Pape
Paulo Herkenhoff, curador e crítico de arte

Todas as palestras ocorrem no Auditório da Pinacoteca Luz,
Praça da Luz 2, São Paulo. Entrada franca
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CPFL CULTURAL

Concertos CPFL – música contemporânea – Dmitri Shostakovich


Vamos mostrar uma primeira gravação mundial de música para filme do compositor russo Dmitri Shostakovich. Trata-se de música composta em 1934 para o filme “As Namoradas”. Os intérpretes são: a Orquestra Sinfônica da Rádio Polonesa, regida por Mark Fitz-Gerald.
O programa Concertos CPFL – música contemporânea tem uma hora de duração e vai ao ar todos os domingos, às 21 horas, pela Rádio Cultura FM, 103,3 em São Paulo (que também pode ser acessada via internet), com João Marcos Coelho. O apresentador comenta as obras, inclui comentários feitos ao vivo pelos participantes das gravações, além de mostrar trechos de algumas das obras executadas com o apoio da cpfl cultura.

Acesse: 

http://www.cpflcultura.com.br/evento/concertos-cpfl-musica-contemporanea-programacao-a-definir-2012-04-01/

 

 A família no fogo cruzado da educação contemporânea – Julio Groppa Aquino

 

A relação entre pais e filhos  parece ter sofrido mudanças radicais nos últimos trinta anos. E para onde essas mudanças apontam?  São essas as questões levantadas pelos polêmico psicólogo Julio Groppa Aquino, que questiona a maneira como pais estão lidando com seus filhos. Um questionamento que produz tantas faíscas quantas aquelas do fogo cruzado da educação.

Com Julio Groppa Aquino.
Palestra do módulo Relações familiares no mundo contemporâneo: a educação dos filhos, de Rosely Sayão.
Gravada no dia 16 de abril de 2010 em Campinas.

Café Filosófico CPFL vai ao ar na TV Cultura às 22h.
Acesse: 


O papel do consumidor na construção do mundo sustentável – Helio Mattar

Não há consumo sem impacto sobre a sociedade, a economia, o meio ambiente e o próprio indivíduo. Os atuais padrões de consumo da humanidade aceleram a destruição dos recursos naturais não renováveis e o risco de um colapso em escala global. O consumo consciente surge como resposta necessária e urgente para a defesa da vida e do uso sustentável dos recursos. Com Helio Mattar.


Invenção do Contemporâneo vai ao ar na TV Cultura à 1h30 de segunda para terça-feira.

Acesse: 

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