Pular para o conteúdo principal
Olá, apesar do frio e da chuva, feriado é sempre bom, não é mesmo?
Que tal uma paquera? Leia o que Luis Fernando Veríssimo escreveu sobre isso.
Se você é de Santos ou vem com frequência ao Litoral Paulista, não pode deixar de visitar a exposição de Romero Britto na Pinacoteca Benedicto Calixto, que fica até 6 de maio. Ontem fui conferir e é simplesmente fascinante, e a Pinacoteca estava cheia, mesmo com o tempo chuvoso. Além disso, o local é lindo e a Pinacoteca está colorida à noite.
Caso você não vá conhecer a exposição, disponibilizei fotos na PÁGINA FOTOS, logo mais acima, dá uma olhada.
Memória e Altar é o tema da “Coleções de Arte Africana e Pré-Colombiana de Rogério Cezar de Cerqueira Leite”, que acontece até dia 25 de junho, na Galeria de Arte – CPFL Cultura .
Um evento também muito interessante acontece em maio, dia 19, é  o aniversário de 10 anos do Clube de Poetas do Litoral (CPL). Leia mais o que irá rolar na comemoração.
Bem, acho que por hoje é só. Aguardo você aqui manhã para mais novidades.
Caso você queira compartilhar uma dica de livro, filme, evento etc, entre em contato comigo, me passe por e-mail, veja meus CONTATOS, disponibilizados logo mais acima, na Página Contatos  
Beijo grande,
Miriam

Paquera (Luis Fernando Veríssimo)

“Paquerar é bom, mas chega uma hora que cansa! Cansa na hora que você percebe que ter 10 pessoas ao mesmo tempo é o mesmo que não ter nenhuma, e ter apenas uma, é o mesmo que possuir 10 ao mesmo tempo.
Nessas horas sempre surge aquela tradicional perguntinha: Por que aquela pessoa pela qual você trocaria qualquer programa por um simples filme com pipoca abraçadinho no sofá da sala não despenca na sua vida?”

Luiz Fernando Veríssimo - Escritor brasileiro conhecido por seus textos de humor, mas é também cartunista, editor, roteirista de televisão, autor de teatro, romancista e músico. 

-------------------------------
Litoral Paulista
Pinacoteca Benedicto Calixto recebe obras de Romero Britto

Um dos principais artistas brasileiros no exterior, Romero Britto, expõe seu trabalho na Pinacoteca Benedicto Calixto, em Santos.
São 35 quadros, entre gravuras, desenhos e pinturas, 15 giclês, 10 pôsteres e seis esculturas em madeira e cerâmica.
A exposição, que ocupa o piso térreo do museu, fica aberta das 9h às 18h, até o dia 6 de maio.
A Pinacoteca fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos.
Veja mais fotos na PÁGINA FOTOS, no início do blog.

Pinacoteca Benedicto Calixo
Iluminação colorida ressalta a beleza do casarão branco

O casarão branco é uma das construções mais lindas da orla. Impossível passar por ela sem admirar seus vitrais e escadarias.
Para completar a sua beleza, luzes coloridas alternam do azul claro ao branco e dão um visual a mais a casa, principalmente à noite.
O imóvel foi construído por uma família alemã em 1900. Em 1910 o imóvel é vendido para o exportador de café Francisco da Costa Pires, que permanece na casa até 1913.  A partir de então o sobrado é sede de um asilo de inválidos. Em 1921 a família Pires recompra o imóvel e permanece com ele até 1935. Realiza, em 1922, uma série de reformas, como o jardim de inverno e a decoração interna em estilo art nouveau. Em 1937 a residência é comprada por uma família de origem espanhola - Canero, que permanece no imóvel até 1979, quando é considerado patrimônio histórico e de utilidade pública. Em 1992 passa a sediar a Fundação Pinacoteca Benedito Calixto após passar por um longo período de reformas e restauração.
Além de manter o acervo fixo, a Pinacoteca Benedito Calixto serve como cenário para diversos eventos culturais santistas. Atividades como cafés literários, cursos sobre Arte, leilões, lançamentos de produtos culturais e apresentações musicais acontecem no museu. O local tem ainda uma biblioteca com mais de 1.500 volumes disponíveis para pesquisa.
O Acervo da Pinacoteca Benedito Calixto possui 52 obras do pintor, entre retratos, paisagens e marinhas. Fazem parte do acervo, entre outras, as seguintes obras: Banca de Peixe e Mercado das Canoas, que retrata o largo da Banca, local onde a população se abastecia de pescado, situada no cais, entre a atual Praça Azevedo Júnior e início da Rua Riachuelo; o óleo Igreja e Convento de Santo Antônio do Valongo, local onde se ergueu o convento e posteriormente a igreja da Ordem Terceira de São Francisco, que chegou ao Brasil em 1638; e Santos Antiga, 1922, óleo sobre tela em que aparecem o Santuário do Valongo, a Igreja de Jesus, Maria e José e o casario de época.     
No futuro, a pinacoteca de Santos deve ganhar, em seu anexo, a companhia do Museu de Arte Moderna de Santos, que está em fase de captação de recursos.
----------
Clube de Poetas do Litoral celebra 10 anos

São raros os casos de poetas que conseguem sobreviver apenas de suas obras. Por isso impressiona o aniversário de 10 anos do Clube de Poetas do Litoral (CPL), que será celebrado em 19 de maio, das 15h às 20h, na casa 8, ao lado da Igreja Santo Antônio do Embaré, com a Feira Alternativa de Arte – FALAR. O evento, gratuito, reunirá mais de 40 artistas, da Baixada e outras cidades. Mais de 60 livros serão lançados. Também haverá apresentações musicais e exposições de artes plásticas e fotografias. A organização é de Cláudia Brino, que também dirige a editora Costelas Felinas.
No evento, mostrarão suas obras artistas de atuação reconhecida na Baixada, a exemplo das premiadas escritoras Regina Alonso e Madô Martins, e jovens talentos. E convidados de outros municípios, como Ari Mascarenhas, de Itapecirica da Serra, editor do selo Mirfak, da Algol Editora, de São Paulo, e o paulistano Márcio Callegaro, residente em Santos desde 1997. “Acredito que a Feira Alternativa de Arte, além de celebrar com louvor os 10 Anos do Clube de Poetas do Litoral, representa, também, um novo e importante passo na junção de forças dos autores e artistas daqui da Baixada”, destaca Márcio, que relançará dois livros.
Serão lançados ainda três CDs e expostos trabalhos de seis artistas plásticos, três artesãos e seis fotógrafos.
A FALAR marcará o lançamento do livro “Cine Poesia”, resultado de um concurso nacional, no qual os participantes enviaram poemas inspirados em filmes que foram baseados em livros. A obra tem 10 autores, 32 páginas, e capa assinada por Waldemar Lopes. Editada pela Costelas Felinas, e será vendida a R$ 10.

Serviço:
Feira Alternativa de Arte – 10 anos do Clube de Poetas do Litoral
Dia: Sábado, 19 de maio, das 15h às 20h
Local: Casa 8 - Rua: Padre Visconti, 8, fundo da Livraria Santo Antônio, ao lado da igreja Santo Antônio do Embaré
Entrada franca
-----------------------------------
São Paulo - Campinas
Memória e Altar

Coleções de Arte Africana e Pré-Colombiana de Rogério Cezar de Cerqueira Leite. Memória teria como significado o culto africano aos antepassados através de relicários e o culto ameríndio ao registro de sua história em peças cerâmicas e esculturas. Altar se referiria ao culto africano dos antepassados em altares encontrados dentro de suas próprias casas, assim como aos altares de sacrifícios das culturas ameríndias.
Mais de 400 peças, entre esculturas, máscaras, objetos, de materiais e tamanhos variados (madeira, marfim, bronze etc, de 6 a 169 cm) que serão organizados por temática e/ou etnia (no caso da exposição de arte Africana) em vitrines, estantes e cubos.

SERVIÇO:
Memória e Altar – até dia 25 de junho
Local: Galeria de Arte – CPFL Cultura (Rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera. Campinas. Telefone: (19) 3756-8000
Horário: Terça a sábado -10h às 18h e Domingo – 10h às 16h
Agendamentos de grupos: no telefone (19) 3756-800, terças e quintas, das 10h às 17h.
Entrada gratuita


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...