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quinta-feira, 4 de junho de 2020

Como se encontrar na escrita
Livro de Ana Holanda

Olá, tenha um bom dia, muita chuva pelas bandas aqui da Baixada Santista.
Recebi a dica desse livro da autora Ana Holanda e disponibilizo aqui na coluna Dicas da Língua Portuguesa para quem tiver interesse.
Pretendo ler o livro, mas por enquanto, sigo a dica enviada por leitor aqui da página.
Obrigada, abraços,
Míriam

“Como se encontrar na escrita” não contribui apenas para jornalistas, e sim a todos que têm o interesse de desenvolver um texto que cative o leitor ao mesmo tempo que passa uma informação.
Segundo Ana, a escrita afetuosa não tem a ver com cartas de amor, e sim com o amor que existe dentro de cada palavra. Que cativa, comove e incentiva à leitura.
O livro, produzido pela Editora Rocco/Bicicleta Amarela tem 223 páginas.


Ana Holanda
Editora-chefe da revista Vida Simples desde 2011, escritora e criadora do projeto on-line Minha Mãe Fazia. A marca de sua escrita e de seus projetos, é o desenvolvimento de um texto leve, solto e, principalmente, delicado e cheio de afeto (sem ser piegas).
Palestrante do TEDx São Paulo 2017 - Como a escrita afetuosa pode transformar a sua vida. Ana dá também palestras, desenvolve projetos corporativos e promove cursos de escrita afetuosa dentro das empresas.
Em 2018, lançou o livro Como se Encontrar na Escrita - O caminho para despertar a escrita afetuosa em você (editora Rocco/Bicicleta Amarela).
Em 2017, lançou o livro Minha Mãe Fazia - Crônicas e receitas saborosas e cheias de afeto (editora Rocco/Bicicleta Amarela). É professora e embaixadora da The School of Life no Brasil. Tem mais de 20 anos de jornalismo e já passou pelas principais redações do país. Mas foi na escrita afetuosa que se encontrou.

Agradecemos ao querido leitor do Histórias Fantásticas Higor pelo envio do resumo e aguardamos por sua participação.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Plataforma mapeia lives musicais durante a quarentena


Olá, bom dia e excelente semana a todos nós.
Acompanhe que dica legal para quem curte música e não pode sair de casa para assistir a um show ou outra atividade. A opção segue as recomendações da quarentena Covid-19.
Com o "intuito de mapear e centralizar as principais informações sobre lives de artistas nacionais e internacionais", foi criada a plataforma lives.mus.br, que funciona desde abril.
O site reúne informações sobre diversas apresentações online que estão sendo realizadas, de modo a facilitar a busca do usuário, que pode ser feita por data ou por estilo musical. O projeto é voluntário e não foi criado com fins lucrativos.


Acompanhe a programação, acesse:

Fonte: plataforma lives musicais e imagem pública internet 

terça-feira, 2 de junho de 2020

Revista Conexão Literatura
Já está disponível a 
edição de junho

Olá, bom início de semana a todos nós.
Infelizmente, domingo e segunda não tive condições de postar nada aqui na página, estive envolvida em outro trabalho que me tomou muito tempo.
Retomando as atividades nesta terça-feira, disponibilizo a edição de junho da Revista Conexão Literatura, inteiramente gratuita.
Participo com a história “Mundo Verde”.

Rute Simões Ribeiro é destaque da nova edição

A edição de junho da revista Conexão Literatura destaca Rute Simões Ribeiro, autora portuguesa que vem ganhando grande notoriedade com suas obras. Confira nas páginas da revista a entrevista exclusiva que fizemos com ela. E além de Portugal, nessa edição também publicamos um texto exclusivo do colombiano Néstor Raúl González Gutiérrez, além de revelarmos os ganhadores do concurso literário ‘Os três melhores contos’. O leitor também poderá conferir várias entrevistas com escritores, crônicas, dicas de livros, contos e muito mais. Tenha uma ótima leitura!”, ressalta o editor-chefe Ademir Pascale.




sábado, 30 de maio de 2020

Em dia com o meio ambiente
Aplicativo Cataki conecta catadores

Olá, bom sábado a todos nós.
Lendo a revista Galileu achei interessante esse assunto que ajuda o meio ambiente.




O aplicativo Cataki une catadores e geradores de resíduos de todo o país. “Jogar fora no lixo" não é a melhor solução para se desfazer dos resíduos, é preciso separá-lo corretamente para que seja feita a reciclagem.

Profissionais de coleta, cooperativas e geradores – pessoas físicas ou jurídicas – podem instalar o Cataki de graça. Após fazer o cadastro, já é possível navegar na plataforma. O app utiliza a localização para mostrar os catadores mais próximos de você. Caso tenha interesse, é necessário entrar em contato diretamente com o profissional para combinar a retirada dos resíduos.

A proposta do Cataki é impulsionar a coleta de materiais recicláveis mais comuns, contudo o dispositivo cresceu e passou a abranger itens como: móveis, eletrônicos, pilhas, tijolos, lâmpadas e outros.

Mas atenção: Materiais orgânicos, lixo hospitalar e outros itens que não podem ser reaproveitados ou enviados para ecopontos não são recolhidos.

Fonte: Revista Galileu

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Visite o Museu Frida Kahlo sem sair de casa



O Museu Frida Kahlo, também conhecido como La Casa Azul, disponibilizou um tour virtual e gratuito por seus jardins, galerias e obras!
Frida nasceu e morreu em uma casa azul no México. Desde 1958, La Casa Azul funciona como um museu dedicado à vida e obra da pintora.
No site oficial do Museu Frida Kahlo, você pode “caminhar” pela casa e conhecer o universo da artista. O tour virtual exibe famosos autorretratos, objetos pessoais e 13 salas de exposições, além da mostra “Aparências Enganam”, que reúne suas roupas icônicas. Com a ajuda de um mapa interativo, você pode acessar os cômodos de La Casa Azul de forma fácil e divertida.

Acesse:

Fonte: Catraca Livre 

quarta-feira, 27 de maio de 2020


Conto: Déjá-vu


Olá, bom dia.
Deixo para esta quarta-feira o meu conto, que faz parte da edição deste mês da Revista Conexão Literatura, espero que gostem, abraços.


M
 áscaras, máscaras e muitas máscaras!
Em menos de uma semana nunca vi tanto desse aparato por aqui.
Onde moro é tecnicamente um lugar sossegado, e nestes dias tornou-se ponto de gritaria, histerismo e vizinhos que corriam a encher a carroça com utensílios de mudança, tudo isso marcou os dias que antecediam o maior evento do ano, que marcaria de vez a passagem do Homem no planeta terra, assim como também o ano de 1910 terminaria com todos os seres, pois se aproximava o fim do mundo!
E esse fim de tudo veio impresso, em letras grandes e anunciado no Jornal do Brasil, que ocorreria na madrugada do dia 18 para 19 de maio. O periódico, assim como em tantos outros por essa vastidão de mundo trouxe pânico coletivo à população que em tudo acreditava.
Até meu melhor amigo Gabriel veio ter comigo uma despedida, dizendo que seus pais também deixariam o Morro do Castelo para se abrigarem em outro local mais confiável, dizia ele.
- Mas para aonde vão, afinal? Seu pai comentou?
- Não sei Rodolfo, ele está desnorteado, assim como também todas essas pessoas que não param de descer o morro com suas carroças cheias. O medo leva o ser humano à loucura, não é mesmo?
- Sim, meu amigo, creio que as pessoas se acostumam com um ritmo de vida, desde que nascem até quando morrem, bem velhinhos, sempre do mesmo modo, seguindo horários para tudo e a mesmice da rotina, e não se dão conta, pois acreditam que assim estão seguros e livres de qualquer ameaça, não se prevenindo em que tudo pode acontecer, basta estar vivo!
- Quanta filosofia! – Responde Gabriel.
- Sim, são as letras, os livros que me ensinam a pensar, saber e questionar, diz Rodolfo, que guardava em baixo do braço um exemplar de Euclides da Cunha, “Os sertões”, grande novidade na literatura naquela época, e também até os dias de hoje um importante livro, não é mesmo querido leitor?
- Gabriel! – grita de longe o pai, que arrumara a carroça e vinha descendo o morro. – Meu filho, onde estás?
- Venha comigo, grita Rodolfo, que pega na mão do amigo e o puxa para se esconderem do pai dele.
- Não posso ir embora sem esse moleque, grita o pai à esposa, que agarrada às filhas chorava sem parar, convencendo o marido que Gabriel era esperto e logo estaria junto deles. E assim prosseguiram com o “veículo” cheio de quinquilharia, panelas batendo ao fundo e roupas que saiam das malas.
- Ufa, diz Gabriel, você me tirou dessa empreitada! Eles não devem ter ido muito longe, meu pai não queria deixar a casa, mas minha mãe movida de desespero insistiu muito para que partissem, já que viu os vizinhos fazerem as trouxas e ela então se empolgou, tomou coragem.
- Em casa foi ao contrário, retruca Rodolfo, meu pai é quem falou em partir, mas minha mãe logo o fez mudar de ideia, afirmando que se for mesmo o fim do mundo, de nada adiantará essa correria de mudar sabe-se lá para onde.
E os meninos Rodolfo e Gabriel acompanhavam todo o movimento de vai e vem de pessoas que desciam e subiam sem saber ao certo o que teriam de fazer.
- Olha Rodolfo, tá vendo aquilo? É um aproveitador da situação? – diz o amigo.
- Sim, fala Rodolfo, tudo indica que é isso mesmo que você falou, vamos lá perto conferir.





E os dois adolescentes se aproximam de um homem cheio de malas, que abertas, ofereciam segurança à população. E assim o vendedor de ilusão ficou rodeado de moradores, que aflitos compravam máscaras para escapar dos gases; comprimidos que prometiam combater o veneno, garrafas de oxigênio e até guarda-chuva como proteção. Sem dúvida o tal homem era um charlatão se aproveitando da situação.
E quando bateu meia-noite no relógio que marcava a praça principal do morro, o prefeito grita para um dos companheiros para que subisse ao Observatório do Castelo para acompanhar observações ali feitas, durante o prazo da conjunção no aspecto do céu.
Nessa altura as ruas e praia estavam cheias de uma multidão que se sentia impotente e temerosa com a situação.
- Senhor prefeito, estou vendo algo, ele está se aproximando! – grita o homem de lá de cima do morro e o temor toma conta da situação. Todos choravam ao mesmo tempo ao apontar para a enorme luz que agora se deixava ver no céu estrelado, se aproximando a 70,6 km/s, um espetáculo, que mesmo espalhando terror, as pessoas fechavam um olho e a curiosidade deixava o outro bem aberto, tamanha era a beleza daquele “maligno corpo celeste”.
E a enorme cauda do cometa Halley media o dobro da distância entre a Terra e o Sol. Seu núcleo tinha um diâmetro entre 30 a 40 quilômetros. O cometa, que já vinha sendo observado por cientistas em 1909, passou a ser visto a olho nu no ano seguinte.
Assim como despontou no céu, o cometa foi embora sem que ninguém morresse, pois sua passagem não poderia envenenar, já que diziam que a longa cauda varreria nosso planeta por conta de seus gases mortais que devastariam a Terra e a pele das pessoas seria dissolvida.
Não se sabe quem começou com todo esse boato, que ganhou vulto em todo o mundo, e que ficou mais evidenciado por conta de charlatões que se enriqueceram com a venda dos produtos de proteção.
E tudo isso porque a descoberta científica sobre a composição química dos gases motivou uma serie de supertições e especulações sobre o cometa. E mesmo tentativas para explicar que a sua passagem não causaria nenhum dano, houve quem se aproveitasse da situação com vendas de máscaras, entre outros produtos mencionados ao longo da história.
Ao fim do espetáculo o clima já era outro, de felicidade, pois a vida continua! Os amigos, assim como a multidão, gritavam de alegria porque nada de ruim aconteceu com a passagem do cometa Halley! E o resto da madrugada foi de comemoração, de brindes até o sol raiar!
Gabriel, que se manteve em pé todo instante, viu Rodolfo dormindo em um canto da praia e foi acordar o amigo.
- Acorda, levanta, vamos! – dizia ele cutucando o braço de Rodolfo, que respondia com empurrões.
- ACORDA, RODOLFO! Grita Gabriel.
E Rodolfo acorda abruptamente, atordoado.
- Estamos vivos? Nada aconteceu conosco?
- Que papo é esse? Claro que nada aconteceu, acho que você continua a sonhar. – Diz Gabriel.
- E nós estivemos prestes a morrer! – Retruca Rodolfo.
- Nada disso, olha só – e Gabriel aponta para o livro em que Rodolfo se debruçara e pegou no sono, você ficou lendo e adormeceu, só isso.
Rodolfo esfrega os olhos e vê a ilustração do cometa Halley ao cruzar o céu da terra. – Mas foi tão real. E hoje é 19 de maio, pelas minhas contas, há exatos 110 anos ao grande acontecimento, não acha muita coincidência?
- Não, acho que você “mergulhou” fundo na leitura e sonhou com tudo isso. E ler é isso, é ir fundo, imaginar, ir além dos horizontes, pois só a leitura consegue nos transportar para tão longe assim, diz Gabriel.
- É você tem razão, mas ainda digo que foi tudo muito real, retruca Rodolfo.
- Vamos embora que já está ficando tarde. Vem, toma - e Gabriel bate com a máscara facial na barriga do amigo.
- E tudo começou com as máscaras! – diz Rodolfo.
- Sim, a situação a que estamos nos deixa essa necessidade, pois ainda não podemos andar sem elas, não agora que o pico do coronavírus ainda está por vir, acrescenta Gabriel.
- É, até engraçado, pois de minha leitura aos dias de hoje passaram-se 110 anos da passagem do cometa, e assim como o Halley naquela ocasião trouxe pânico pela ignorância da população da época, continuamos no mesmo nível, ou seja, as pessoas não evoluíram quase nada, fala Rodolfo.
E os amigos deixam a Biblioteca Nacional na Avenida Rio Branco e foram caminhando com distanciamento e as máscaras faciais.  

segunda-feira, 25 de maio de 2020


Mário Quintana no Cantinho da Poesia

Olá, bom dia.
A coluna hoje traz a poesia de Mário de Miranda Quintana, conhecido por Mário Quintana.
O poeta, tradutor e jornalista nasceu e faleceu no Rio Grande do Sul, de 30/07/1906 a 05/05/1994.
Estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo.
Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, deixa vasta obra. Entre obras poéticas, destacam-se: Canções; Sapato Florido; O Aprendiz de Feiticeiro e Espelho Mágico, entre outras.
Já livros infantis, O Batalhão das Letras; O Sapato Amarelo e Sapato Furado etc.
Antologias, deixou Prosa & Verso; Na Volta da Esquina e 80 anos de Poesia, entre outros.
Quintana também traduziu diversos livros e em 1981 recebeu o Prêmio Jabuti de Personalidade Literária do Ano.


A Rua dos Cataventos

Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arrancar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Fonte: Revista Bula, Wikipédia, eBiografia e imagens de domínio público

domingo, 24 de maio de 2020


Festival#Cultura em Casa

Bom domingo a todos.

Na Região da Baixada Santista desde ontem está tremenda ventania com tempo variando de frio a quente.
E para quem está curtindo todos os entretenimentos online possíveis em tempo de pandemia, segue mais uma opção variada com atividades diárias.
Não se esqueça de que amanhã é feriado antecipado (9 de Julho) em todo estado de São Paulo.
Abraços, obrigada por sua visita,
Míriam

O Festival#Cultura em Casa conta com 60 lives diariamente, vale a pena conferir, acesse o link:


Fonte: Portal do Governo do Estado, imagem logo do festival





Pensamento para hoje:

A cada um de nós compete uma tarefa específica, na difusão do bem.
Erga-se para trabalhar, porque as tarefas são muitas e importantes, e poucos são os que têm consciência delas.
Ajude o mundo, para que o mundo possa ajudá-lo.
Estenda seus braços eficientes no cultivo do Bem, para que, quando os recolher, os traga cheios dos frutos abençoados da felicidade e do amor.

C. Torres Pastorinho
Minutos de sabedoria

sábado, 23 de maio de 2020

Peças de teatro e de dança podem ser conferidas online

Olá, bom sábado a todos nós.
Que tal conferir peças de teatro e espetáculos de dança sem sair de casa?
Neste momento de isolamento social, todas as dicas de entretenimento cultural e de lazer online são válidas.
Acompanhe algumas opções:


Imagem de domínio público


Teatro Oficina

Liderado pelo lendário José Celso Martinez Corrêa, o Teatro Oficina tem seis décadas de história e apresenta peças concorridas que refletem o contexto político e social do Brasil, sempre levando ao público rituais dramatúrgicos.
Nessa fase de distanciamento social, o grupo teatral disponibiliza online alguns dos clássicos encenados nos últimos anos.



Os Satyros

O coletivo Os Satyros é conhecido por ter contribuído com a revitalização da Praça Roosevelt, na região central de São Paulo. Irreverentes e criativos, os artistas do grupo movimentam a cena teatral da capital com seus espetáculos.

Nesse período de distanciamento social, o solo “Todos os Sonhos do Mundo”, de Ivam Cabral, um dos fundadores do coletivo, está disponível online.



Grupo Galpão

Mineiro, o Grupo Galpão tem origem no teatro de rua e é uma das mais importantes companhias teatrais do país. É muito elogiada a adaptação que o grupo fez do clássico "Romeu e Julieta", transportando a tragédia dos jovens apaixonados para a cultura brasileira.
A peça já foi apresentada em vários países do mundo e agora está disponível para todo o público, sem precisar sair de casa.



São Paulo Companhia de Dança

Dois espetáculos da companhia podem ser vistos online dentro da programação do “Cultura em Casa”, iniciativa do governo do Estado de São Paulo para esse período de quarentena.

Um deles é o balé dramático “Lago dos Cisnes” e o outro é o “Noite de Tchaikovsky”.







sexta-feira, 22 de maio de 2020

Vá ao teatro sem sair de casa!
Acompanhe a programação gratuita do Sesc São Paulo

Para quem costumava ir ao teatro e está sentindo falta deste entretenimento, o Sesc São Paulo tem uma alternativa bem interessante. Reconhecidos nomes das artes cênicas que apresentavam seus trabalhos nas unidades do Sesc estão agora interpretando monólogos ao vivo, com textos que duram entre 30 e 50 minutos. Após a performance, os artistas também são convidados a fazerem comentários sobre o trabalho apresentado.
As apresentações teatrais acontecem sempre às segundas, quartas, sextas e domingos, às 21h30, exclusivamente no canal da instituição no YouTube.
Se você prefere acompanhar as transmissões de música, o Sesc também está promovendo lives musicais todos os dias, às 19h, no YouTube e no perfil do Instagram @sescaovivo
Mesmo de casa, seu final de semana pode ter um pouco de cultura!


Fonte: site Juicy Santos