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quinta-feira, 12 de abril de 2012


Olá amigos, hoje já é quinta-feira. A semana está passando muito rápido, que bom.
Ontem participei de uma palestra lá no serviço com o médico Rubens do Amaral, do programa Bem Viver da TV Tribuna sobre saúde e foi excelente. Valeu a pena.
Comecei a ler o livro “Mulheres Fênix”, de Américo Simões e estou gostando. A história é sobre mulheres que renasceram das cinzas, que saíram do fundo poço e começaram uma vida nova.
Bem, hoje deixo aqui alguns assuntos, como os escritores que estão se utilizando da rede Twitter, e também a importância dos livros para deficientes visuais.
Tem também lançamento de livro, no sábado, dia 14 e a estréia do filme O Príncipe do Deserto, para os amantes de cinema.
Deixo a vocês uma rosa, pois é sempre bom oferecer flores aos amigos.
Beijo grande e até amanhã.
Miriam


Os escritores tweetam

Uma mídia irresponsável e irritante. Foi assim que, para surpresa de muita gente, Jonathan Franzen, o celebrado autor de “As correções” e “Liberdade”, definiu a rede de microblog Twitter. Para o escritor norte-americano, é impossível criar argumentos razoáveis em 140 caracteres.
Na verdade, há infinitas maneiras para um escritor usar o microblog. Bret Easton Ellis, por exemplo, transformou seu perfil em laboratório para a continuação de seu Psicopata Americano (aceitando inclusive sugestões de seus seguidores), enquanto Chuck Palahniuk se contentou, nos últimos tempos, em divulgar suas palestras e artigos. Já os escritores brasileiros, presos às limitações de um mercado editorial muito menos poderoso e organizado, podem descobrir no Twitter uma ferramenta para conquistar leitores.

Fonte: Opinião & Notícia
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A importância da leitura para os deficientes visuais

O prazer dos livros e da literatura está ao alcance de crianças, adolescentes e adultos com deficiência visual por meio de livros braille, falados e digitais acessíveis. No Brasil, para atender às necessidades e interesses educacionais e culturais das pessoas com deficiência visual, a Fundação Dorina Nowill para Cegos, uma das pioneiras na criação de obras em braille, produz grande parte dos livros em formatos acessíveis. De janeiro a setembro deste ano foram produzidos mais 600 títulos nos três formatos.
Dados levantados pela Fundação Dorina revelam que os usuários da Biblioteca Circulante de Livro Falado da instituição leem cerca de nove livros por ano. Segundo a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, a população brasileira lê aproximadamente 1,3 livros anualmente. Se contabilizado o número de obras indicadas pela escola, a média sobe para 4,7 livros por habitante/ano. 
Em contrapartida outra pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério da Cultura, revelou que apenas 9% das bibliotecas públicas municipais possuem seção com obras em braille.
Comemoramos o Dia Nacional do Livro em 29 de outubro porque foi nesse dia, em 1810, que a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a Biblioteca Nacional. O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga. 

Sistema Braille: É um sistema de leitura para cegos por meio do tato, criado pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão aos 3 anos de idade.

Livro Falado: São obras gravadas em áudio, em voz humana ou sintetizada, para a pessoa com deficiência visual.

Livros digitais no formato Daisy, compatíveis com os protocolos internacionais de acessibilidade. O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e ouvir a sua gravação em uma voz sintetizada de forma simultânea.
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Lançamento do livro Os Bichos

O livro “Os Bichos”, do cubatense Manoel Herzog, aborda os temas política e religião de forma inteligente, irônica, e crítica, que podem e merecem gerar reflexões. O livro, editado pela Realejo Livraria, será lançado em 14 de abril, sábado, às 18h30, na livraria, durante a happy hour musical com Edinho Godoy e Theo Cancello.
Na obra alegórica, Herzog traça um paralelo entre o urubu, ave que nasce branca e vai escurecendo conforme se alimenta de sujeiras, e o ser humano, que chega à vida puro, mas se contamina com os males da sociedade. A trama acompanha um jovem idealista, que se apaixona pela filha de um político corrupto e acaba fazendo concessões para se aproximar da amada.
Os moradores da Baixada Santista encontram um atrativo: várias personalidades verídicas da região são citadas ao longo da trama, apesar da narrativa acontecer em uma cidade fictícia.

Serviço:
Lançamento: Os Bichos
Dia: 14 de abril, sábado, 18h30
Local: Realejo Livros – rua Marechal Deodoro, 7, Gonzaga, Santos
Entrada no evento é franca
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UM POUCO SOBRE CINEMA

O Príncipe do Deserto (Black Gold)

O filme, com estréia prevista para 13 de abril, narra a história de um Emir chamado Nesib (Antonio Banderas) e do Sultão Ammar (Mark Strong), que envolvem seus filhos em um acordo por uma disputa de terras. Nos bastidores da história e das filmagens, o filme reúne várias curiosidades, incluindo um pedido da princesa do Catar, veja algumas:

-O produtor de O Príncipe do Deserto, Tarak Ben Ammar, se inspirou na história do livro "South of the Heart", do escritor suíço Hans Ruesch, para criar o enredo do longa. Ben Ammar tem os direitos do livro há 30 anos e renovava sempre que o contrato expirava – a cada cinco anos –, porque sempre soube que um dia a história viraria filme.

-Tarak Ben Ammar foi quem convenceu George Lucas a filmar Star Wars e Steven Spielberg a rodar Os Caçadores da Arca Perdida na Túnisia – mesmo cenário de O Príncipe do Deserto.

-Quando Tarak Ben Ammar encontrou o diretor ideal para o filme, Jean-Jacques Annaud, e começaria a pré-produção, a princesa do Catar – Mayassa Bint Hamad Al-Thani – solicitou uma reunião com eles porque estava interessada em criar uma indústria cinematográfica sustentável no Catar. A recém-inaugurada Doha Film Institute, empresa criada pela princesa do Catar, já tem no currículo a produção 10 filmes, incluindo O Príncipe do Deserto, e a distribuição de outros três.

-Por imposição de um toque de recolher, durante as manifestações, as filmagens precisavam terminar horas mais cedo do que o normal. Mesmo assim a produção do longa não foi afetada ou sofreu atrasos.

-A península arábica, cenário de disputa do filme, tem o maior deserto de areia do mundo, com poucos habitantes e apenas 37 espécies conhecidas de animais. No início do século XX  era habitada por tribos árabes, também conhecidas como Beduínos, que ocuparam a terra durante séculos e eram em sua maioria nômades, embora algumas comunidades, conhecidas como Hadar, tenham se estabelecido em cidades costeiras.

Cenas do filme, acesse:







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