Olá
amigos, hoje já é quinta-feira. A semana está passando muito rápido, que bom.
Ontem
participei de uma palestra lá no serviço com o médico Rubens do Amaral, do
programa Bem Viver da TV Tribuna sobre saúde e foi excelente. Valeu a pena.
Comecei
a ler o livro “Mulheres Fênix”, de Américo Simões e estou gostando. A história
é sobre mulheres que renasceram das cinzas, que saíram do fundo poço e
começaram uma vida nova.
Bem,
hoje deixo aqui alguns assuntos, como os escritores que estão se utilizando da
rede Twitter, e também a importância dos livros para deficientes visuais.
Tem
também lançamento de livro, no sábado, dia 14 e a estréia do filme O Príncipe
do Deserto, para os amantes de cinema.
Deixo
a vocês uma rosa, pois é sempre bom oferecer flores aos amigos.
Beijo
grande e até amanhã.
Miriam
Os escritores tweetam
Uma
mídia irresponsável e irritante. Foi assim que, para surpresa de muita gente,
Jonathan Franzen, o celebrado autor de “As
correções” e “Liberdade”,
definiu a rede de microblog Twitter. Para o escritor norte-americano, é
impossível criar argumentos razoáveis em 140 caracteres.
Na
verdade, há infinitas maneiras para um escritor usar o microblog. Bret Easton Ellis, por
exemplo, transformou seu perfil em laboratório para a continuação de seu Psicopata Americano (aceitando
inclusive sugestões de seus seguidores), enquanto Chuck Palahniuk se contentou,
nos últimos tempos, em divulgar suas palestras e artigos. Já os escritores
brasileiros, presos às limitações de um mercado editorial muito menos poderoso
e organizado, podem descobrir no Twitter uma ferramenta para conquistar
leitores.
Fonte: Opinião & Notícia
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A importância da leitura
para os deficientes visuais
O prazer dos livros e da
literatura está ao alcance de crianças, adolescentes e adultos com deficiência
visual por meio de livros braille, falados e digitais acessíveis. No Brasil,
para atender às necessidades e interesses educacionais e culturais das pessoas
com deficiência visual, a Fundação Dorina Nowill para Cegos, uma das pioneiras
na criação de obras em braille, produz grande parte dos livros em formatos
acessíveis. De janeiro a setembro deste ano foram produzidos mais
600 títulos nos três formatos.
Dados levantados pela
Fundação Dorina revelam que os usuários da Biblioteca Circulante de Livro
Falado da instituição leem cerca de nove livros por ano. Segundo a pesquisa
Retrato da Leitura no Brasil, a população brasileira lê aproximadamente 1,3
livros anualmente. Se contabilizado o número de obras indicadas pela escola, a
média sobe para 4,7 livros por habitante/ano.
Em contrapartida outra
pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério
da Cultura, revelou que apenas 9% das bibliotecas públicas municipais possuem
seção com obras em braille.
Comemoramos o Dia
Nacional do Livro em 29 de outubro porque foi nesse dia, em 1810, que a Real
Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, quando então foi fundada a
Biblioteca Nacional. O Brasil passou a editar livros a partir de 1808 quando
D.João VI fundou a Imprensa Régia e o primeiro livro editado foi “Marília de
Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga.
Sistema Braille: É um
sistema de leitura para cegos por meio do tato, criado pelo francês Louis
Braille, que perdeu a visão aos 3 anos de idade.
Livro Falado: São obras
gravadas em áudio, em voz humana ou sintetizada, para a pessoa com deficiência
visual.
Livros digitais no
formato Daisy, compatíveis com os protocolos internacionais de acessibilidade.
O usuário pode visualizar o conteúdo do texto em vários níveis de ampliação e
ouvir a sua gravação em uma voz sintetizada de forma simultânea.
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Lançamento do livro Os
Bichos
O livro “Os Bichos”, do cubatense Manoel Herzog, aborda os temas
política e religião de forma inteligente, irônica, e crítica, que podem e
merecem gerar reflexões. O livro, editado pela Realejo Livraria, será lançado em 14 de abril, sábado, às 18h30,
na livraria, durante a happy hour musical com Edinho Godoy e Theo
Cancello.
Na obra alegórica, Herzog traça um paralelo entre o
urubu, ave que nasce branca e vai escurecendo conforme se alimenta de sujeiras,
e o ser humano, que chega à vida puro, mas se contamina com os males da
sociedade. A trama acompanha um jovem idealista, que se apaixona pela filha de
um político corrupto e acaba fazendo concessões para se aproximar da amada.
Os moradores da Baixada Santista encontram um
atrativo: várias personalidades verídicas da região são citadas ao longo da
trama, apesar da narrativa acontecer em uma cidade fictícia.
Serviço:
Lançamento: Os Bichos
Dia: 14 de abril, sábado, 18h30
Local: Realejo Livros – rua Marechal Deodoro, 7, Gonzaga, Santos
Entrada no evento é franca
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UM POUCO SOBRE CINEMA
O Príncipe do Deserto
(Black Gold)
O
filme, com estréia prevista para 13 de abril, narra a história de um Emir chamado Nesib
(Antonio Banderas) e do Sultão Ammar (Mark Strong), que envolvem seus filhos em
um acordo por uma disputa de terras. Nos bastidores da história e das
filmagens, o filme reúne várias curiosidades, incluindo um pedido da princesa
do Catar, veja algumas:
-O produtor de O Príncipe do Deserto, Tarak Ben Ammar, se
inspirou na história do livro "South of the Heart", do escritor suíço
Hans Ruesch, para criar o enredo do longa. Ben Ammar tem os direitos do livro
há 30 anos e renovava sempre que o contrato expirava – a cada cinco anos –,
porque sempre soube que um dia a história viraria filme.
-Tarak Ben Ammar foi quem convenceu George Lucas a
filmar Star Wars e
Steven Spielberg a rodar Os Caçadores da Arca Perdida na
Túnisia – mesmo cenário de O Príncipe do Deserto.
-Quando Tarak Ben Ammar
encontrou o diretor ideal para o filme, Jean-Jacques Annaud, e começaria a
pré-produção, a princesa do Catar – Mayassa Bint Hamad Al-Thani – solicitou uma
reunião com eles porque estava interessada em criar uma indústria
cinematográfica sustentável no Catar. A recém-inaugurada Doha Film
Institute, empresa criada pela princesa do Catar, já tem no currículo a
produção 10 filmes, incluindo O Príncipe do Deserto, e a distribuição de
outros três.
-Por imposição de um
toque de recolher, durante as manifestações, as filmagens precisavam terminar
horas mais cedo do que o normal. Mesmo assim a produção do longa não foi
afetada ou sofreu atrasos.
-A península arábica, cenário de disputa do filme, tem o maior deserto de
areia do mundo, com poucos habitantes e apenas 37 espécies conhecidas de
animais. No início do século XX era habitada por tribos árabes, também
conhecidas como Beduínos, que ocuparam a terra durante séculos e eram em sua
maioria nômades, embora algumas comunidades, conhecidas como Hadar, tenham se
estabelecido em cidades costeiras.
Cenas do
filme, acesse:
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