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Olá amigos, é muito bom vê-los por aqui num feriadão gostoso desses.
Amanhã é Domingo de Páscoa e se você for comprar ovo de páscoa nas Lojas Americanas, as filas estão imensas, é melhor comprar hoje.
Deixo um nanoconto sobre Casamento. Não se esqueça que o final fica por sua conta.
Veja que interessante as fotos de alguns quartos de escritores famosos no Estilo Literário.
Tem também a programação do Seminário Internacional Fronteiras do Pensamento, promovido pela CPFL Cultural.
Finalizando, tem uma linda poesia no Cantinho da Poesia e também trailles de filmes que estão em cartaz.
Bem, aproveitem o sábado para relaxar, passear, visitar amigos etc.
Grande abraço e até amanhã.
Miriam


Nanoconto
Casamento

Paulo e Flávia viviam na mais perfeita união.
Casaram-se há três anos e nunca houve uma discussão.
Vai ver é um casamento de interesse e de aparência.

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Estilo Literário

Sentimos uma afinidade com as experiências ou com personagens de alguns escritores e imaginamos como suas vidas devem ser. Lemos biografias sobre eles, e têm pessoas que até fazem tour por suas casas, visitam seus túmulos, tudo em um esforço para ganhar uma compreensão sobre seus talentos particulares. E em lugar algum a essência de um artista está mais presente do que no seu quarto de dormir. É aqui que se pode intuir bastante sobre o processo de um escritor. É a toca de um ermitão? Um espaço de trabalho? Será o lugar onde eles produzem seus melhores textos ou um lugar que lhes permite deixar o ofício de lado?
O que quer que seja, frequentemente é mais um espaço que nos lembra que, genialidade à parte, escritores são pessoas… iguais a você e eu. 
Acompanhe algumas fotos:



1) Truman Capote: O quarto do autor em sua casa de verão nos Hamptons é simples, mas elegante;

2) Virginia Woolf : Cheia de detalhes — as estantes da casa abrigam a artística coleção de livros da autora, muitos dos quais ela encapou com papel colorido;

3) Ernest Hemingway: A luz inunda o quarto do ganhador do prêmio Nobel em sua casa em Key West;

4) Victor Hugo : escuro, rico e vermelho — O quarto de Victor Hugo em sua casa na Place de Vosges em Paris é tudo que você esperaria de um escritor extremamente influenciado pelo Romantismo.

Fonte: Opinião & Notícia

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Fronteiras do Pensamento


A CPFL Cultura em 2012 estabeleceu novamente parceria com o Seminário Internacional Fronteiras do Pensamento, programa que reúne conferencistas internacionais das mais diversas áreas do conhecimento.
Confira a programação:


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CANTINHO DA POESIA

Fome
Mariano da Rosa

Oh! Que dor é esta - tão profunda e tão grande,
Que incontida faz-se maior até que a morte...
Que inconsolável, o pranto do choro extingue...
Da pele ao sangue absorvendo - da carne aos ossos...
Na autofagia que consome a vida orgânica
- Da existência extorquindo a substância divina:
Do olhar, a luz; da voz, o som; do corpo, a imagem!

Que dor é esta (Que irremediável sorte!)...
Que hereditária o sofrer de uma prole impõe,
Mumificando desde o velho até o infante
Na sepultura de um barraco improvisado!
Que incurável dor é esta que anestesia
- Letárgica, contagiosa, fatalística...
Que ao acaso agônico um destino escraviza!

Que dor é esta que qualquer consolo esgota...
Que qualquer alívio imediato despreza...
Que ignora do afeto materno ao instinto onírico,
Não desejando senão o produto lácteo
Que moribundo dos seios secos goteja,
No último fio de esperança que se esvai (...),
P'ra quem o barro cozido é um biscoito!!!

Oh! Que dor é esta que transcende a razão,
Que submerge o espírito, que subverte a vida,
Que subjuga o amor de Deus à sobrevivência?!...
Que dor é esta que a semente sacraliza,
Que santifica o pão, que a criatura humilha,
Antes de gradualmente, enfim, destruí-la (!)
- De um lamento, acorde: que dor (!), que dó (!), que sina (!)?!!!

Que dor é esta que vítimas multiplica,
Que amenizar nenhuma política pode,
Que erradicar nenhum governo é capaz...
Que se prolifera como uma epidemia,
Na periferia das cidades urbanas,
Não mais sendo exclusividade de uma raça?!...
(Mas em qualquer pátria punição de uma casta!)

Que dor é esta senão a dor da fome,
Que mais do que acusar do pão a privação,
Como ausência de fraternidade revela-se,
P'ra quem ser pobre é mais do que não ter tudo
- É não ter nada, é existir como um número
Na estatística que diagnostica o fenômeno:
Da miséria de uma sociedade - símbolo?!...

Sim, que dor é esta senão a dor da fome (?!)
- Fome de igualdade, de justiça, de vida (...):

Fo-me-de-es-pe-ran-ça!!! Sim, simplesmente fome!...

Beco-Sem-Saída, inédito.
Ouça, na voz do próprio autor e sob o tema Réquiem [1791], de Mozart, o poema 

Fome no site do Espaço Politikón Zôon – Educação, Arte e Cultura: http://www.wix.com/espacopolitikonzoon/ong

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FILMES EM CARTAZ








FÚRIA DE TITÃS 2




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XINGU



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TITANIC 3D



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