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Erros mais comuns nas 
redações de vestibulares

Excelente quinta-feira a todos nós.
Hoje na coluna Dicas da Língua Portuguesa, alguns exemplos de erros mais comuns cometidos em provas de vestibulares, em concursos, são erros na escrita que acontecem diariamente.
Acompanhe as dicas:


-Gírias na modalidade escrita:
Quando estamos com nossos amigos ou familiares, é compreensível que optemos por uma maneira mais dinâmica e descontraída para nos comunicarmos, sendo assim, o uso de gírias é absolutamente adequado para a situação. Contudo, na modalidade escrita, é importante que a norma culta da língua portuguesa seja preservada, pois é exigida em Vestibulares, concursos e no próprio serviço.
Os registros da oralidade e gírias mais encontrados nas redações dos candidatos são: “né”, “daí”, “tipo assim”, “tá ligado”, “cara”, entre outros que podem diminuir e muito a nota final de seu texto;

-Rebuscamento linguístico:
Muitas pessoas confundem norma culta da língua com rebuscamento linguístico, erro que leva o candidato a adotar termos que nem ele mesmo conhece. Opte por palavras e construções simples para não correr o risco de ser mal interpretado;

-Coesão textual e frases longas:
Fique atento à construção dos períodos e, sempre que necessário, pontue seu texto. Frases longas comprometem a coesão e também a coerência da redação, por isso, opte por frases mais objetivas;


-Generalizações e senso comum:
Em redações como as do Enem, que pedem do candidato uma proposta de intervenção para o tema, cair na armadilha das generalizações e do senso comum pode ser fatal.
Infelizmente esse é um dos erros mais frequentes, responsável por esvaziar os sentidos da redação e torná-la apenas mais uma entre tantas outras. Evite ou seja cuidadoso ao usar palavras como “único”, “sempre”, “todos”, “jamais”, “maioria”, “minoria”, entre outras que podem contribuir para a construção de generalizações indevidas;

-Conjunções:
Muitos candidatos iniciam o parágrafo final de uma redação (momento em que a conclusão ou proposta de intervenção se apresenta) utilizando a conjunção adversativa “contudo”. Ora, se ela é uma conjunção adversativa, quer dizer que ela indica oposição a algo dito anteriormente, ou seja, é como se, ao finalizar seu texto, você estivesse “desdizendo” o que afirmou antes.
Nesse caso, as conjunções mais adequadas são as conjunções conclusivas “portanto”, “logo”, “desse modo”, “por conseguinte” ou “assim”. 

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