Dicas da Língua Portuguesa
Erros
gramaticais no trabalho
Bom dia amigos, hoje é quinta-feira e dia da coluna Dicas da Língua
Portuguesa.
Na sequência de erros mais comuns no trabalho, pesquisei com colegas do
serviço e perguntei as dificuldades na redação, então, seguem algumas dicas
gramaticais.
Espero que sejam úteis. Abraços,
Míriam
- Uso da Crase: A
crase nada mais é do que a fusão da preposição “a” com o artigo “a”. O A
só levará o sinal se houver a obrigatoriedade da preposição e do artigo ao
mesmo tempo: Os alunos vão à escola. (Quem
vai, vai A algum lugar, e o substantivo escola pede o artigo A,
portanto, ocorrerá o fenômeno da fusão dos dois “As”).
- Emprego da vírgula: A vírgula não é um sinal
gráfico que pode ser empregado aleatoriamente dentro de um texto. Quando mal
empregada, ela pode ocasionar alterações de sentido, comprometendo a
inteligibilidade e a compreensão de sua redação. Existem algumas situações em
que seu uso é obrigatório: na existência de um vocativo, aposto
explicativo, quando o predicativo está deslocado na frase, entre outras. Uma
leitura cuidadosa do seu texto poderá indicar a necessidade – ou não – do uso
da vírgula.
- Mas x mais: Duelo desnecessário, mesmo porque é fácil identificar quando cada
um dos termos em questão deve ser utilizado. Emprega-se o “mas” quando
houver relação de oposição e contrariedade.
O
“mais” deve ser utilizado como advérbio de intensidade: Eu
gostaria de viajar mais vezes, mas tenho
pouco tempo e pouco dinheiro. (Mas =
contrariedade/oposição e mais = advérbio de intensidade).
- Aonde x onde: “aonde” deve ser
utilizado com os verbos que indicam movimento e que exigem a preposição “a”,
enquanto “onde” expressa ideia de lugar fixo. Aonde os
alunos foram? Onde eles gostam de estar, na
escola!
- Palavras homônimas: Chamamos de homônimas as
palavras que apresentam a mesma estrutura fonológica, os mesmos fonemas, a
mesma acentuação e ainda assim apresentam significados completamente divergentes!
São Francisco de Assis e Santa Clara são os santos mais populares
da Itália.
- Mim x Eu: “mim”
não poderá ser utilizado para cumprir a função de sujeito, mesmo porque mim
não faz nada, muito menos antes de um verbo! Nesse caso, empregue o pronome
pessoal do caso reto “eu” e acerte na mosca! Bons estudos!
Fonte: UOL educação e dicionário houaiss

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