Pular para o conteúdo principal

Cultura
Metrô comemora 50 anos 
com programação cultural

Neste mês o Metrô de São Paulo comemora 50 anos de existência com uma programação cultural variada na Estação Sé. São três atrações especiais que celebram as cinco décadas de fundação da Companhia.
Os usuários da parada central, e mais movimentada da rede poderão conferir uma réplica dos antigos trens do Metrô, além de uma maquete do sistema e uma exposição fotográfica. Será possível ainda conhecer de perto a cabine de operação de um dos antigos trens do Metrô, uma réplica de um vagão da extinta Frota A, no mezanino da estação.
Criada pelos funcionários da equipe de manutenção, a réplica conta com vários dos itens originais dos primeiros trens fabricados pela MAFERSA, no início dos anos 70, como a cabine do operador e o console de comando.


Os visitantes também podem conferir a instalação “Metrô Mobilidade”, uma maquete de 7,50m x 5,50m que mostra diversos pontos turísticos da capital paulista e as linhas do Metrô com miniaturas de trens.
Já a mostra “50 Anos de Metrô” reúne 81 registros históricos, com imagens que remontam a criação da empresa, em 1968.
Também fazem parte do acervo fotografias tiradas durante a construção das primeiras estações e o trabalho das equipes de operação, manutenção e segurança ao longo dos anos. A exposição destaca ainda a diversidade arquitetônica das estações do Metrô e o acervo permanente de obras de arte espalhadas pelo sistema.
Para conhecer outros projetos de arte e entretenimento em estações do Metrô, acesse a programação completa da Linha da Cultura

Interessante, não é? Gostei e pretendo conferir.
Abraços e bom sábado a todos.
Míriam  

Comentários

Deborah disse…
Que interessante Miriam!

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...