Pular para o conteúdo principal

Bom dia amigos. Confesso que fiquei tentada e vou comprar o livro neste final de semana. Vejam só que interessante:

 

Textos de Moacyr Scliar em livro

A Poesia das Coisas Simples

 

Crônicas e textos de jornal do escritor Moacyr Scliar, falecido em fevereiro do ano passado, foram reunidos no livro A Poesia das Coisas Simples. Os textos do escritor, publicados a partir de 1977, foram selecionados para a obra.

A poesia das coisas simples reúne 82 crônicas escritas entre outubro de 1977 e novembro de 2010. A coletânea, organizada e prefaciada por Regina Zilberman, é formada por três grandes seções: “Leituras, livros, literatura”, “Pessoas e personagens” e “Outras histórias”. O leitor se encantará com um Scliar vivo e móvel, falando com a leveza característica da crônica para revelar, uma e outra vez, o prazer que retirava do manejo da palavra, tão típico de sua literatura. 
Scliar discorre sobre as ideias evocadas por leituras e experiências, fala de pessoas queridas e admiradas, de fatos políticos e da crônica cotidiana. Aparecem e passam, como num desfile - seus familiares e amigos, as lembranças da infância no bairro judeu do Bom Fim, em Porto Alegre, observações literárias, retratos de personalidades que admirava. 
Cobrindo três décadas de história brasileira, os textos também comunicam, com elegância e firmeza, a resistência ao arbítrio e o decidido apoio do escritor à promoção da justiça social. Reunidas, essas crônicas são um retrato intelectual e humano de um escritor que ocupa um lugar enorme no cenário contemporâneo: um homem generoso e atento que escrevia histórias, para quem “o tema das histórias na verdade era pouco importante. O importante era o próprio ato de narrar”.
O escritor colaborava com a publicação de crônicas nos jornais Zero Hora e Folha de S. Paulo.

A Poesia das Coisas Simples
Organização: Regina Zilberman
Capa: Victor Burton
Páginas: 256
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.32100 kg
Acabamento: Brochura
ISBN: 9788535921717
Selo: Companhia das Letras
========================

A Editora Terracota lançou uma antologia diferente, são 13 cartas sobre o fim do mundo. Dá uma espiada:

 

Cartas do fim do mundo


São Paulo, 31 de julho de 2013
Jonas, não entre em pânico, respire fundo.

Você não tem muito tempo, o taxímetro está correndo. Os próximos três anos e meio vão passar muito rápido. É indispensável que [trecho ilegível]. Mesmo assim, sei que você precisará de pelo menos uma semana pra assimilar esta carta. Sua primeira reação será imaginar que se trata de uma brincadeira de mau gosto. Isso é o que eu imaginaria
se estivesse no seu lugar. Uma piada bem elaborada, mas cretina. Tudo o que eu peço é que não perca mais de uma semana interrogando os colegas e os parentes, procurando digitais, testando o papel e a tinta, dormindo mal, comendo mal. Apesar de eu não ter como provar (estou sozinho e não há tempo!), acredite em mim: esta carta é verdadeira.

Não reconhece a letra? Você mesmo a escreveu. Não fique repetindo infinitamente os mesmos exames, não passe dias no laboratório. A grafia é tua, a assinatura também. Repito: este alerta foi escrito por você. Não hoje, não ontem. Três anos e meio no futuro.
Eu sou você. Se aceitar esse fato e mantiver a cabeça fria, talvez você consiga salvar algumas vidas. Incluindo a tua (nossa).
Luiz Bras

São 13 cartas – e uma carta apócrifa. Moacyr Scliar, Raimundo Carrero, Marcelino Freire, Márcio Souza, Fausto Fawcett, Braulio Tavares, Xico Sá, Menalton Braff, Luis Dill, Luiz Bras, Marne Lucio Guedes, Brontops Baruq, Claudio Brites e Moacyr Godoy Moreira, todos lá do fim dos tempos, no dia 31 de julho de 2013, quando o mundo realmente terá seu fim.
Acompanha o artigo científico da Dra. Nicole Hudson, traduzido pelos organizadores, analisando documentos antigos de várias civilizações e dos fatores que apontam para a data citada.

Já na Livraria Cultura: http://j.mp/cartasdofim
======================
Oscar homenageia os 50 anos da franquia de James Bond

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas fará um tributo à franquia 007 no Oscar 2013 devido ao seu aniversário de 50 anos. Ao longo das cinco décadas, foram 23 filmes produzidos.
Começando com Dr. No, de 1962, os filmes do 007 tornaram-se a franquia cinematográfica mais longa da história e um fenômeno global. 
O último filme da franquia, 007 - Operação Skyfall, já soma mais de US$ 293 milhões em bilheterias nos EUA, e se tornou a maior arrecadação da franquia. Em todo o mundo, o filme se tornou a maior arrecadação da história da Sony Pictures, com US$ 1 bilhão. O recorde anterior do estúdio foi com Homem-Aranha 3, de Sam Raimi, que fez US$ 890 milhões.
Em 2013, as esperanças de Skyfall  no Oscar se concentram em Javier Bardem e sua atuação como o vilão Silva e a música homônima de Adele.  A franquia só recebeu dois Oscar em toda sua trajetória: em 1964, com 007 contra Goldfinger, e 1965, com 007 contra a Chantagem Atômica - ambas por efeitos especiais.
A Academia divulgará a lista dos indicados ao Oscar 2013 no dia 10 de janeiro de 2013. A premiação ocorrerá em 24 de fevereiro de 2013.
======================
E por falar em Oscar, saiu a lista dos indicados ao prêmio da Associação de Diretores de Arte, veja a lista:

Depois do Sindicato dos Produtores de Hollywood divulgar a lista dos seus indicados ao PGA - Producers Guild Awards 2012, agora foi a vez do Sindicato dos Diretores de Arte de Hollywood (ADG, na sigla em inglês) anunciar os indicados à 17ª edição de sua premiação.
O prêmio é um dos grandes termômetros para o Oscar. Os vencedores serão divulgados dia 2 de fevereiro.

Filmes de Época:
Anna Karenina, Argo, Django Livre, Os Miseráveis e Lincoln

Filmes de Fantasia:
A Viagem, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, Hobbit: Uma Jornada Inesperada, A vida de Pi e Prometheus.
  
Filmes Contemporâneos:
O Exótico Hotel Marigold, O Voo, O Impossível, 007 – Operação Skyfall e A Hora mais Escura 



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...