Pular para o conteúdo principal



Excelente domingo de Páscoa a todos nós
Escolha a vida, escolha o bem!

Mais que oportuno, o momento em que o mundo atravessa a pandemia do Covid-19 (Coronavírus) é o significado que traz a Páscoa, que é o dia santo mais importante para os cristãos: dia em que Jesus Cristo venceu a morte, então, sejamos “vencedores” como Jesus no combate ao vírus, seguindo as recomendações do isolamento social e permanecendo em casa, deixando o recinto somente em ocasiões necessárias.
Mas a Páscoa é muito mais que isso, é Amor, Fé e Esperança, sentimentos esses que devem estar nos corações de todos!
Voltando ainda ao significado do dia santo, Páscoa, do hebreu “Peseach”, traduz a passagem da escravidão para a liberdade. Então sejamos livres, libertando nosso espírito e consciência da ignorância, de seguir maus costumes e que tenhamos, acima de tudo, a vontade de abdicar ao egoísmo, o pior sentimento que o ser humano pode ter, contradizendo todas as religiões e levando a Humanidade ao fundo do poço, sentenciando o fim dos tempos. Quem olha somente para seu umbigo esquecendo-se do próximo, põe fim à espécie, já que todos somos irmãos, somos muitos, somos todos ou não somos nenhum, vai da escolha de cada pessoa, do livre arbítrio que possuímos e das opções a cada dia.
Excelente domingo de Páscoa a todos nós!
Forte abraço,
Míriam Santiago

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...