Pular para o conteúdo principal

Animais e o coronavírus!

Olá, bom início de semana a todos nós.
Hoje é dia da Coluna Cantinho da Poesia, mas por conta de trabalhar Home Office estou com muito serviço e fechamento de mural e não tive condições de colocar a coluna, que entrará amanhã.
Mas deixo um assunto bem interessante que veio no mural da empresa sobre informações importantes que envolvem nossos bichinhos de estimação e o coronavírus.



Com a pandemia do novo coronavírus, tem surgido também muita desinformação em relação aos animais de estimação como possíveis hospedeiros da doença. Por isso, aqui estão algumas informações importantes sobre os animais e o vírus, extraídas do site do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP):

- Pets não contraem a doença e, portanto, não a transmitem. Até onde se sabe, a Covid-19 é uma doença que afeta somente seres humanos. Não abandone seu animal, ele não é responsável por contaminações;

- Tem circulado nos grupos de Whats App informações de que os animais tomam vacina contra o coronavírus e que, portanto, poderíamos usá-la também. Saiba que a vacina dada aos animais é para outro tipo de vírus, totalmente diferente do que enfrentamos agora. Dessa forma, essa vacina de nada serviria para nós;

- Os animais não adquirem o vírus, mas este pode se alojar nos pelos e patas, podendo nos contaminar, assim como quando tocamos em superfícies que tiveram contato com o vírus. Se tirar seu pet de casa, higienize-o devidamente com água e sabão, lavando patas e, se necessário, também o pelo. Outra solução é usar antisséptico à base de clorexidina ou álcool em gel, utilizando um pano nas patas e pelos;

- Passeios com os pets são necessários, mas são contraindicados agora. A orientação é o isolamento social, já que você pode se contaminar na caminhada;

- Evite idas desnecessárias ao veterinário, levando os pets apenas em caso de urgência. Assim como nós, eles devem ficar em casa.


 Fonte: Portal do CRMV-SP / imagem pública internet

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...