Dica de leitura
SEXTA-FEIRA TREZE!
A Última Mulher de Luiz Alfredo Garcia-Roza
Olá, excelente sexta-feira a todos nós.
Recebi por e-mail dica de leitura de Carlos
Jonas, leitor do Histórias Fantásticas sobre o livro A Última Mulher.
Então fica a dica e agradecemos a participação de
nosso leitor.
![]() |
| Imagem pública |
Em A Última Mulher, da
Companhia das Letras, Luiz Alfredo Garcia-Roza apresenta novamente o delegado
Espinosa que se envolve em jogo de gato e rato que conta com um cafetão
bem-sucedido, sua nova prostituta favorita e outras figuras da Lapa profunda.
Ratto é um cafetão da Lapa, coração do Rio de Janeiro, que,
acompanhado de seu sócio, Japa, consegue tirar uma pequena fortuna todo mês.
Quando um violento policial resolve chantageá-lo, querendo abocanhar parte do
quinhão, Ratto precisa desaparecer dali e arranjar um jeito de sobreviver.
Refugiado em Copacabana, ele conhece Rita, uma prostituta jovem e muito
inteligente que vira sua protegida, mas logo ambos se veem em meio a uma caçada
pelas ruas e becos escuros da cidade.
O delegado Espinosa, que
conhece Ratto dos seus tempos de inspetor da 1ª DP, no Centro, é forçado a
entrar no caso quando começam a surgir mulheres mortas com requintes de
crueldade. Auxiliado pelos inspetores Welber e Ramiro, Espinosa precisa
entender quem é a mente por trás de crimes tão brutais para impedir que Rita
seja a próxima vítima.
![]() |
| Imagem pública |
Nasceu em 1936, no Rio de Janeiro. Formado em Filosofia
e Psicologia, foi professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e
é autor de oito livros sobre psicanálise e filosofia. Deixou a vida acadêmica
para dedicar-se à ficção policial e às investigações do delegado Espinosa,
personagem central de quase todas as suas histórias.
Em 1996, Garcia-Roza
iniciou sua vida profissional como literato e publicou o primeiro livro de
romance policial, intitulado “O Silêncio da Chuva”, obra vencedora do Prêmio
Jabuti (principal premiação do gênero no Brasil). O personagem criado para a
obra, o detetive Espinosa, obteve tamanho sucesso que se tornou recorrente em
quase todas as outras narrativas criadas pelo escritor, especialmente nas duas
publicações seguintes: “Achados e Perdidos” e “Vento Sudoeste”.
As obras de Luiz Alfredo Garcia-Roza se passam em um cenário específico
e existente na realidade, em plena Copacabana, onde está a delegacia de
Espinosa, podendo dar uma passeada até outro bairro carioca, o Peixoto. A influência
psicanalítica nas obras literárias do autor é óbvia, mas o público leitor é
totalmente distinto. O mergulho nas características de personalidade dos
personagens é facilmente percebido mesmo nas leituras mais desatentas, isso
porque Garcia-Roza alia seu eu-filósofo, eu-psicanalista e o eu-literato.
Apaixonado pelo Rio de Janeiro, Luiz Alfredo Garcia-Roza também se
dedicou a mostrar visões bem particulares e peculiares da capital.
SEXTA-FEIRA TREZE!
Redobre os cuidados com seu pet
A sexta-feira Treze é um dia bastante perigoso para os gatos
de cor preta. Por conta da “crença” de que trazem má sorte, esses animais são
procurados para realização de rituais que são dolorosos e cruéis.
Portanto, vale redobrar a atenção e os cuidados com os pets!
Se você tem um gato ou cachorro preto em casa, evite que ele tenha acesso à rua
nos próximos dias. Fique atento também aos bichinhos sem lar que podem estar em
risco.
Lembre-se de que nesta época e em todas as outras, é preciso
denunciar qualquer caso de maus tratos. O artigo 32 da Lei Federal 9605/98 (Lei dos
Crimes Ambientais) prevê pena de 3 meses a 1 ano de detenção para quem praticar
atos de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais.
| Imagem pública |


Comentários