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Olá, hoje tem um conto de mistério, bem a 1ª parte dele e a continuação do Mistério nas obras da Comgás termina amanhã.
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira) e o Museu Afro Brasil oferecem em maio curso gratuito sobre a História do Negro no Brasil. Veja mais como participar.
Como terça-feira é o dia do Espaço Beleza, com assuntos sobre moda, saúde e bem-estar, hoje tem uma dica de etiqueta da Glória Kalil muito interessante sobre roupas iguais em festas. Esse é um episódio ruim para muita gente que se preparou para uma big festa, comprou uma roupa numa butique famosa e quando chegou ao local, uma ou duas pessoas com a mesma vestimenta. Então, o que fazer?
Finalizando, uma linda mensagem “Sol e Lua”, colaboração de Isabel Dombidau.
Bem, por hoje é só.
Dê sugestões, ideias, enfim, participe!
Beijão,
Miriam

Conto
Mistério nas obras da Comgás
1ª Parte

Estava quase pegando no sono quando um barulho estrondoso me fez pular da cama. Era um sábado ensolarado do mês de agosto, quase duas horas da tarde. Eu havia trabalhado a noite inteira e então resolvi descansar um pouquinho logo depois do almoço.
Levantei para ver o que era. Olhei na janela e vi muita gente em volta de um buraco.  
Do ângulo em que eu estava não conseguia distinguir quase nada. Voltei para a cama. O sono estava retornando, quando minha mãe me acorda, mais curiosa do que todos lá embaixo.
—Filha, ô filha, vai ver que enorme cratera se formou bem pertinho do prédio! Você, que está trabalhando com isso, não pode perder...
—Trabalhando com isso! O eco estagnou por completo o meu sono. O que ela está querendo dizer? Fui ver.
Chegando perto, abri alas na multidão e vi tratar-se de mais um buraco feito pela empresa Comgás. "Há, é só isso, pensei!". Observando melhor, vi que o buraco não era normal aos que a empresa vem fazendo. Nisso, os operários já tinham chamado o engenheiro que cuida da obra e o mesmo estava a caminho. Juntamente com ele veio um historiador e um arqueólogo da região. O caso tomara outras proporções.
— Vamos deixar a escavação para amanhã, pois logo irá escurecer, afirmou o engenheiro-chefe.
— Ei, senhor, por favor, eu sou estudante de Arqueologia, gostaria muito de participar dessa escavação, pois tenho acompanhado muitos trabalhos aqui em Santos, cidade onde historiadores têm encontrado muita riqueza do século passado e...
— Pois bem, — disse o engenheiro-chefe, — não me oponho, esteja aqui amanhã, às 7 horas.
Antes do horário todos estavam em seus postos e prontos para iniciar a escavação. No local não havia nenhuma tubulação subterrânea de empresas como de telefonia, água ou energia, somente terra. Quase meio-dia já havia se passado e os operários ainda não conseguiam ver o fundo do buraco; a frustração começou a tomar conta de nós.
—Ei pessoal, esperem um pouco, vá com calma gente, parece que estou vendo alguma coisa, tirem um pouco mais de terra, cavem mais devagar, acho que estamos perto! —Afirmou o engenheiro chefe.
Perto do que, pensava eu.
—É, ali, vi também, acho que é um túnel... ainda tem muita areia. Aí, com a pá bem devagar... — repetiu o historiador.
O silêncio tomou conta de todos. Já era quase uma hora da tarde quando finalmente encontramos alguma coisa.
Com o local sem terra o túnel tornara-se visível e aparentava ter 1,70 m de profundidade por 1 metro de largura e era escorado por vigas de madeira. O engenheiro-chefe então organizou a turma de descida e me escalei, mesmo o contrariando. Como os operários traziam todo tipo de equipamento não foi difícil arranjarmos cordas, lanternas, luvas e botas e outros objetos.
Um a um descemos no mais profundo silêncio e tensão, pois não sabíamos o que era aquele túnel no meio de uma calçada e nem para onde ele iria nos levar. Senti uma secura na boca e minhas pernas bambearam.
Começamos a caminhar bem devagar. Na frente ia o engenheiro, depois o historiador, o arqueólogo, eu e dois operários no final. Os dois primeiros homens caminhavam curvados, pois tinham mais de 1,80 m e mal cabiam no buraco, os outros, continuavam sem problemas.
— Tenho acompanhado as escavações lá no Centro Histórico onde raridades têm sido descobertas, mas esse túnel não tem nenhum sentido porque o início da Cidade começou no porto e estamos perto do Orquidário, que fica próximo a praia, — ia falando o historiador. O ar ficava mais escasso.
— Ei pessoal, acho que encontrei alguma coisa, — disse o engenheiro —, que bateu com uma pequena pá numa parede. — Preciso de mais luzes aqui, — gritou o homem.

... continua amanhã, não perca!
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Curso sobre a História do 
Negro do Brasil

Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira) e o Museu Afro Brasil oferecem em maio curso gratuito sobre a História do Negro no Brasil.
A proposta é auxiliar os profissionais interessados no tema a aprofundarem a compreensão da identidade brasileira, com base nas particularidades da presença africana nesse processo. Os temas e conceitos das inúmeras abordagens serão evidenciados a partir da consideração dos documentos, obras de arte e objetos diversos de cunho histórico, constantes do acervo do Museu Afro Brasil.
As aulas acontecem aos domingos, das 10h às 13h, nos dias 27 de maio, 03, 17, 24 de junho e 1º de julho na sede do Museu, Parque Ibirapuera – Portão 10 – São Paulo/SP. A atividade tem a duração total de 15h/aulas e todos os participantes receberão certificados.
As vagas darão prioridade a jornalistas sindicalizados e a estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados. Os interessados deverão solicitar a inscrição encaminhando e-mail para cursos@sjsp.org.br, com nome completo e telefone para contato. Os não sindicalizados ficarão em lista de espera e aguardarão a definição da coordenação do curso.
Informações: Secretaria de Cursos do Sindicato dos Jornalistas
Telefone: (11) 3217 6299 ramal 6233, de segunda à sexta, das 9h às 18h E-mail: cursos@sjsp.org.br

Museu Afro-Brasil

O Museu Afro Brasil é uma Organização Social de Cultura vinculado à Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo. É um espaço de preservação e celebração da cultura, da memória e da história do Brasil a partir da perspectiva negro-africana, assim como de difusão das artes clássicas e contemporâneas, populares e eruditas, nacionais e internacionais. Foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo com mais de cinco mil obras. Parte das obras, cerca de duas mil, foram doadas pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor Curador do Museu.

Colaboração: Deborah Correia Monteiro - Jornalista, escritora, fotógrafa e comunicadora empresarial
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O que fazer com roupa 
igual na festa?

Esse é um episódio ruim para muita gente que se preparou para uma big festa, comprou uma roupa numa butique famosa e quando chegou ao local, uma ou duas pessoas com a mesma vestimenta. Então, o que fazer?
Veja o que a jornalista e empresária Glória Kalil fala sobre isso.
A existência do prêt-à-porter de luxo dá, de fato, ilusão de exclusividade. Ledo engano. Exclusividade hoje só se for roupa de alta-costura, roupa sob medida, roupa de brechó ou customizada. Caso contrário, arrisca-se a encontrar uma alma gêmea. Não há muito o que fazer numa hora dessas a não ser fingir que está tudo bem e usar de todo bom humor que for capaz.
Se a desgraça acontecer, o jeito é chegar perto da outra vítima, abraçar, fazer com que todo mundo veja a dupla e deixar que os fotógrafos se divirtam com a coincidência, ou bom gosto de ambas. Assim, sobra o restante da noite para tentar esquecer o assunto.
De qualquer modo, relaxem. Isso tem acontecido cada vez mais com princesas, estrelas de cinema e gente do jJet-set internacional. É nessas horas que a educação de uma pessoa é posta à prova. Quem se sair bem desta mesma saia-justa será sempre lembrado pela atitude.

Fonte: Livro “Alô, CHICS!”, de Glória Kalil
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PARA REFLETIR
Sol e Lua



Colaboração: Isabel Dombidau



Comentários

Anônimo disse…
"Nem a existência do prêt-à-porter de luxo, dá uma exclusividade hoje em dia.
Exclusividade mesmo só roupa sob medida ou as customizadas"

Eii se liga ai que tem gente que não entende de Blog e fica copiando/plagiando o que vc escreve, nem pra fazer referência a sua pessoa...
Dá uma olhada lá ! http://www.blogdapatyrocha.com/

adoroOo seu blog!! Parabéns ;D

Att. Andreza Lima

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