Pular para o conteúdo principal

Um bom dia a vocês leitores do Histórias Fantásticas.
Ainda estou viajando, que chato, não?
Para quem gosta de arte, o Museu Oscar Niemeyer é maravilhoso, um dos mais bonitos que já conheci, vale a pena visitar.
Além do museu, que fica no Paraná, compartilho com vocês mais fotos da Serra do Rio do Rastro (na PÁGINA DIÁRIO DE BORDO) e de São Joaquim, ambos em Santa Catarina.
Espero que vocês gostem.
Um grande beijo,
Miriam



Museu Oscar Niemeyer

história do Museu Oscar Niemeyer teve início em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho. Ambos os projetos são de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. 
As obras necessárias, com custo estimado em US$ 14 milhões, foram realizadas com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Inicialmente batizado de NovoMuseu, em 22 de novembro de 2002, o complexo foi inaugurado. Dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura e Design, atualmente, o Museu possui 17.744,64 mil metros quadrados de área expositiva potencial.
O acervo inicial surgiu com as obras do Museu de Arte do Paraná (MAP) e com o acervo do extinto Banco do Estado do Paraná (Banestado). Em sua coleção figuram importantes artistas paranaenses e nacionais de vários movimentos. 
Composto por aproximadamente 3 mil peças, o acervo guarda obras dos paranaenses Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli e Caribé, entre outros.

Exposições em cartaz:

- 1911-2011 – Arte Brasileira e Depois, - na coleção Itaú (até 29/7);
- Antanas Sutkus: Um Olhar Livre (até 1/7);
- MON: Mulheres no Acervo (data indefinida);
- João Filgueiras Lima: A arquitetura de Lelé: fábrica e invenção (até 15/7);
- POTY de todos nós (até 5/8);
- Sergio Camargo: Percurso Escultórico (até 29/7);
- Jorge Zalszupin: Arquitetura, design e reedição (até 24/6).

 Oscar Niemeyer

Famoso, principalmente, pelas curvas impostas a edificações de arquitetura singular em Brasília e pelas formas revolucionárias de seu estilo arquitetônico. Oscar Niemeyer tem um gênio de artista e vê a arquitetura de forma única:
"De um traço nasce a arquitetura. E quando ele é bonito e cria surpresa, ela pode atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de uma obra de arte."
Oscar Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro, em 1907. Em 1934, diplomou-se em engenheiro arquiteto no Rio de Janeiro. Iniciou sua vida profissional no escritório de Lúcio Costa, o mesmo engenheiro que projetou o Plano-Piloto de Brasília. Projetou o conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, o conjunto Ibirapuera, em São Paulo, os principais prédios de Brasília, na época de sua fundação, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e muitas outras obras importantes, no Brasil e no exterior.

Serviço:
Museu Oscar Niemeyer
Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h – acesso gratuito no primeiro domingo de cada mês
Ingressos: R$ 4,00 (adultos), R$ 2,00 (estudantes) e entrada franca para maiores de 60 anos e menores de 12 anos
Endereço: Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba, Paraná

VEJA MAIS FOTOS NA PÁGINA DIÁRIO DE BORDO, LOGO MAIS ACIMA













 -------------------------
São Joaquim - Santa Catarina






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...