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Olá, hoje estou lançando uma coluna diferente o Espaço Beleza. Aproveitando as sugestões recebidas por e-mail, criei a coluna para disponibilizar assuntos sobre moda e vida saudável. O espaço será semanal, sempre às terças-feiras. Espero que gostem. Para hoje o assunto é estilo certo para hora certa. Você sabe se portar e se vestir para uma entrevista? É sempre bom relembrar algumas dicas e completando, um trailler sobre maquiagem.
Bem, hoje tem também outros assuntos interessantes. Você sabia que o governo federal pretende implementar um programa de redução de pena para o preso que lê?
Finalizando, a internet trouxe a necessidade de “existir” fora da vida real. Leia mais sobre o assunto.
Por hoje é só. Espero você aqui amanhã para mais novidades.
Tenha um bom dia.
Miriam

Leitura para redução de pena

O governo federal pretende implementar ainda no primeiro semestre deste ano um programa de redução de pena nas quatro penitenciárias federais do Brasil no qual o cálculo dos dias a menos atrás das grades é baseado no número de livros que um preso lê e na qualidade da resenha que o detento apresentar sobre as obras.
Entre os títulos que serão disponibilizados para os presos estão desde obras clássicas da literatura universal, como Crime e Castigo, de Fiodor Dostoiévski, até livros mais, modernos, como a série Crepúsculo, saga de vampiros e lobisomens que é best-seller nas livrarias e sucesso de bilheteria nos cinemas.
Em troca do abatimento em suas penas, os detentos das penitenciárias brasileiras de segurança máxima poderão ler ainda livros como “O Código Da Vinci”, “1001 Filmes para Ver Antes de Morrer” e “De Malas Prontas”, de Danuza Leão.
O programa, orçado em R$ 34.170, será implementado nas penitenciárias federais de Porto Velho, em Rondônia, de Mossoró, no Rio Grande do Norte, de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e de Catanduvas, no Paraná. Duas dessas penitenciárias já concedem o benefício da redução de pena para presos-leitores: Catanduva e Campo Grande.

Liberdade por resenha

Em Catanduva, o detento abate quatro dias da sua pena se conseguir ler um livro e apresentar uma resenha sobre a obra em até 12 dias. Caso a resenha seja considerada boa por uma comissão avaliadora, ganha um dia adicional. Na penitenciária de Campo Grande, o cálculo é de três dias de redução de pena para cada livro lido e resenhado no prazo de 20 dias. A avaliação é feita por um juiz federal.
Esta não é a primeira tentativa do governo federal para transformar os presos do país em ávidos leitores. Em junho de 2010 começou a vigorar nas quatro penitenciárias federais o programa Pontos de Leitura, uma parceria da Unesco com os ministérios da Justiça, da Educação e do Desenvolvimento Agrário, com um catálogo de 650 títulos à disposição dos apenados.
Um dos presos mais famosos do país, o traficante de drogas Fernandinho Beira-Mar, já passou pelas penitenciárias de Catanduvas e Campo Grande, e relatos dos agentes penitenciários dão conta de que ele é um leitor voraz, sua média é de cinco livros lidos por semana, enquanto a média de leitura dos brasileiros em geral é de 1,3 livro por ano.
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A necessidade de existir


A internet trouxe a necessidade de “existir” fora da vida real.
No início da web, havia uma separação clara entre o real e o virtual. O primeiro era o domínio do palpável, dos pés no chão. O outro, pura fantasia e ilusão. Se você quisesse atravessar essa linha divisória, recomendava-se um pseudônimo. As pessoas adotavam temporariamente um alter ego, que não se restringia apenas a um nome, mas a toda uma identidade digital – parecida ou não com a real, não importava. Depois, voltava-se à sua existência de carne e osso, talvez com alguns conflitos de identidade, mas sempre com uma divisão clara entre as duas esferas. Tínhamos relações, contatos e hábitos no real e no virtual, e estes raramente se misturavam.
Foi então que o MSN, o Gtalk, mas também a disseminação das câmeras digitais e das redes sociais, entraram em nossas vidas pessoais e profissionais. O Orkut e depois o Facebook, mais que quaisquer outras ferramentas, embaralharam definitivamente as cartas. Nas redes sociais, você coloca seu próprio nome, suas próprias fotos, suas próprias informações pessoais, armazenando sua identidade em uma interface digital. A “vida verdadeira” com “pessoas verdadeiras” invadiu subitamente o mundo virtual, apagando as fronteiras entre as duas esferas.
Essa vida dupla é a marca do nosso tempo. Nos dias de hoje, ninguém mais é feliz se não for feliz duas vezes. Pouquíssimas pessoas se contentam apenas com a identidade que criou para si na internet. A maioria tem consciência que, ao passar muito tempo na internet, não está vivendo a vida de verdade, com pessoas de verdade. Mas, da mesma forma, está cada vez mais difícil apreciar a vida por si só. Se um bom momento não resultar em um bom álbum de fotos, ou um bom status, se não for compartilhado com uma legião de contatos virtuais e curtido, é como se a experiência não fizesse sentido. Sem um complemento na internet, sem uma representação nessa realidade paralela, fica uma estranha sensação de vazio. Onde está o botão curtir da vida real?
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Estilo certo para hora certa

Se você está procurando um emprego melhor ou pensando em uma promoção, sempre é bom recordar como se comportar e se vestir adequadamente.
É bom agradar não só no currículo como também no visual, por que a “Primeira impressão é a que fica”. Por mais que tenhamos um currículo digno, a aparência irá importar e muito. Complementando, veja o passo a passo para se maquiar, logo mais abaixo deste texto.

Dicas:

Nunca ir com blusas decotadas, prefira as que não chamem a atenção. Afinal de contas você quer que vejam seus outros atributos.
Se quiser ir bem clássica, como ternos e roupas monocráticas, toques de cores e texturas são bem vindas: tais como bolsa de animal print e sapatos de Poá. Ok.

Sobre as saias, aquelas tradicionais e “caretas” são mais apropriadas. Em cima do joelho é a altura ideal e se frio estiver, meia calça vai bem. As longas sabendo usar – leia-se parte de cima mais séria, no caso – são bem funcionais. Uma dica valiosa: antes de sair com a tal saia, faça testes em casa do “senta e levanta”, se não aparecer nada demais e não for um incômodo a saia tá valendo.
Para os cabelos, a não ser que seu cabelo seja bem curto, prenda-o. Nada de cabelo caindo na cara e aquelas manias terríveis de passar a mão nos cabelos. Tranças, rabos de cavalo e coques despretensiosos são os mais indicados.
Para o rosto, contenha-se e vá com maquiagem discreta, e nada de batom “boca loca”. As unhas são o ponto máximo de higiene, se seu esmalte está saindo e não dá para ir à manicure, tire em casa mesmo e passe uma base. Lembre-se de que a unha não deve ser muito comprida e tem que estar bem limpa e lixada. O mesmo vale para os pés, para quem acha que ele irá passar despercebido engana-se, nesse momento nada é despercebido.
Quanto menos os acessórios, melhor. Brincos discretos e nada de pulseira fazendo barulho. Poucos anéis (de preferência um só) e se mais fashion for, acho válido um colar bem bonito, claro, com um brinco quase invisível. As bolsas são mais bonitas as clássicas e de cores sóbrias, nada de carteiras ou bolsas com um monte de “trecos” pendurados.
Os sapatos são super importantes, muitas pessoas julgam as outras pelos sapatos. Então um salto mediano – aquele que você consegue andar sem parecer uma pata – é o mais indicado. Sapatilha também serve se o emprego for menos formal.
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Maquiagem



Veja o passo a passo para se maquiar de maneira correta e ficar linda e discreta.
A cor violeta é ótima para o verão, mas também combina com qualquer visual e estação do ano, por ser neutra.
Caso prefira outra cor, utilize tonalidades claras.

Acesse:


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