Olá, sabadão com grandes estreias nos
cinemas e outras novidades.
Bullying, um problema mundial e que
pode ser praticado até por vizinhos, leia mais.
Enfim, o mundo não irá acabar no dia
22 de dezembro, saiba sobre o novo calendário maia descoberto por
arqueólogos norte-americanos.
Editora de arte da revista literária The New Yorker desde 1993, Françoise
Mouly tem uma relação peculiar com os artistas que desenham as capas da
revista. Veja algumas capas polêmicas.
É difícil pensar em um projeto de
arquitetura mais controverso que o edifício da CCTV, a sede da Televisão
Central da China, em Pequim.
Saiba o que será debatido sobre corpo
e saúde no Café Filosófico CPFL.
Finalizando, uma mensagem de Dalai-Lama – O Caminho da
Tranquilidade: Quando morremos, nada pode
ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e de
nosso conhecimento espiritual.
Até amanhã, e um grande beijo a vocês leitores do
Histórias Fantásticas.
Miriam
Nanoconto
Bullying
Em casa, o garoto
tornara-se agressivo e nervoso, mudando radicalmente seu comportamento.
Na escola, suas
roupas e cabelo eram alvo de chacota.
Bullying é um termo em
inglês (bully – “valentão”) utilizado para descrever formas de violência
verbais, físicas ou psicológicas, intencionais ou repetitivas praticado por um
indivíduo ou um grupo para intimidar o outro individuo incapaz de se defender.
O bullying
pode ser dividido em dois tipos: o bullying direto, a forma mais comum
entre agressores masculinos; e o bullying indireto, forma mais comum
entre as mulheres e crianças, sendo sua característica o isolamento social da
vítima obtido por espalhar comentários, recusa em se socializar com a vítima,
intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima, criticar o
modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos como etnia e
religião. Além desses meios utilizados pelo agressor, outros também são
considerados como agressões como insultar a vítima, ataques físicos, danificar
pertences e expressões ameaçadoras.
Por
ser um problema mundial, vem ganhando grande espaço em discussões de
especialistas em educação e outros profissionais que estão em campanha para
diminuir sua incidência nos vários ambientes em que ele acontece ou pode acontecer
como escolas, locais de trabalho, em casa, entre vizinhos, ambientes militares e de política e
até mesmo em ambientes públicos.
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Novo calendário maia
A descoberta de um novo calendário
maia por arqueólogos dos EUA descartou a tão anunciada teoria do fim do mundo
para este ano. O calendário, que data do século IX, foi encontrado durante
escavações realizadas na cidade de Xultún, na Guatemala.
Trata-se do calendário maia mais
antigo documentado até hoje. De acordo com o arqueólogo William Saturno, chefe
da expedição, não há qualquer evidência de que o fim do mundo acontecerá neste
ano. Essa teoria se baseava nos 13 ciclos do calendário maia, conhecidos como
“baktun”, unidade de tempo que equivale a 144 mil dias, o que corresponderia ao
último dia de 2012.
Outro arqueólogo que faz parte dos
trabalhos, David Stuart, ressalta que “na parede vemos 17 baktuns, o que vai
muito além de 2012” .
Ainda segundo Stuart, “é importante entender que os maias viam os calendários
como ciclos. O final de um baktun é um período importante, não um fim”.
Em busca da harmonia
A parede onde foi encontrado o calendário contém hieróglifos e uma
série de cálculos que corresponderiam ao ciclo lunar. Acredita-se que o
objetivo desses calendários era buscar a harmonia entre as mudanças celestes e
os rituais sagrados.
Os pesquisadores ainda não sabem se o local era uma casa ou um local
de trabalho, e se era usado por uma ou por várias pessoas.
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Capas rejeitadas da
revista
‘The New Yorker’
Editora de arte da revista literária The New Yorker desde 1993, Françoise
Mouly tem uma relação peculiar com os artistas que desenham as capas da
revista. Mouly, co-fundadora da antologia de quadrinhos “Raw” junto com seu
marido Art Spiegelman, tem o hábito de pedir aos artistas com quem trabalha –
Barry Blitt, Christoph Niemann, Ana Juan, R. Crumb – que não hesitem em mostrar
qualquer esboço de uma capa que tenham criado. Isso significa que, sejam piadas
sobre a pedofilia ou o Holocausto, os desenhos chegam até ela. O humor de mau
gosto é parte essencial do processo, explica: “Às vezes algo está muito
provocativo, ou muito machista, ou muito racista, mas o desenho irá inspirar
uma linha de pensamento que nos ajuda a desenvolver uma imagem publicável”, diz
Mouly.
Até recentemente, você só teria
acesso às capas rejeitadas se fosse ao escritório de Mouly, no 20º andar do
edifício Conde Nast, em Nova
York , e olhasse para os quadros que enfeitam as paredes.
Agora, algumas dessas edições desinibidas estão em um novo livro: Blown Covers: New Yorker Covers You Were Never
Meant to See. Confira algumas das capas mais polêmicas que não
foram publicadas pela The New Yorker:
Esboço de Christoph Niemann em 2003
sobre os sentimentos norte-americanos em relação aos franceses
durante a preparação para a invasão do Iraque.
Neste esboço rejeitado de Blitt Barry
em 2002, Osama Bin Laden avalia projetos propostos para o World Trade Center.
Anita Kunz sugeriu um esboço de
Monica Lewinsky chupando um pirulito, feita em 1998 durante o escândalo sexual
da Casa Branca envolvendo o então presidente Bill Clinton. O tema do sexo foi
desenhado de uma maneira muito infantil, e o pirulito que Mônica lambia era a
bandeira dos Estados Unidos.
Quando The New Yorker rejeitou este esboço de Art Spiegelman em
1993, ele e Mouly o usaram como cartão de Natal.
Sarah Palin, desenhada aqui prestes a
“acionar o botão vermelho”, por John Cuneo, tem sido um dos temas preferidos
dos artistas de Nova York.
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China, cidade do futuro
É difícil pensar em um projeto de
arquitetura mais controverso que o edifício da CCTV, a sede da Televisão
Central da China, em Pequim.
Depois que o holandês Rem Koolhaas, o
arquiteto do projeto, apresentou sua maquete em 2003, ele foi atacado
por jornalistas ocidentais que o acusaram de glorificar um órgão de propaganda
do governo chinês. Alguns anos mais tarde um incêndio no local quase destruiu
um prédio vizinho, também projetado por Koolhaas, levando o diretor do projeto
e outros 19 à prisão por negligência e atrasando significativamente a
construção.
Há algo sobre a aparência do edifício
que parece perturbar as pessoas. Quando a construção foi reiniciada após o
incêndio, um crítico chinês publicou um artigo dizendo que a forma contorcida
do edifício, com um enorme vazio em seu centro, imitava uma imagem pornográfica
de uma mulher nua em quatro apoios. O artigo desencadeou uma tempestade de
opiniões negativas, forçando Koolhaas a divulgar uma nota desmentindo a
suspeita.
Imponência e simbolismo
Apesar das críticas, a sede da CCTV
pode ser a maior obra de arquitetura construída no século XX. Koolhaas sempre
se interessou em fazer edifícios que expõem as energias conflitantes na
sociedade, e o prédio da CCTV é a expressão máxima desse objetivo, começando
com o simbolismo de seu exterior. Monumental e angular, mas ao mesmo
tempo estranhamente elusivo e harmônico, o edifício é uma das obras mais
sedutoras e poderosas da arquitetura moderna.
O que mais prende a imaginação é
a ideia que o edifício representa sobre este período particular da
história. Koolhaas criou uma declaração arquitetônica eloquente sobre a forma
como a China avança para o futuro e, de um modo mais geral, sobre como é a
vida no mundo desenvolvido no início do século 21. O prédio captura nossa época
tão bem quanto as grandes obras dos primeiros modernistas capturaram a era
em que viveram.
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CAFÉ FILOSÓFICO CPFL
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Estreias dos filmes da
semana
Veja os filmes que entraram em cartaz
nesta semana.
Battleship
– A Batalha dos Mares Ação – (Battleship) EUA, 2011. Direção: Peter Berg. Elenco: Taylor Kitsch, Liam
Neeson, Alexander Skarsgard, Rihanna, Brooklyn
Decker. Duração: 113 minutos. Classificação: 10 anos. A
adaptação ao cinema do jogo de batalha naval da Hasbro coloca uma frota
internacional para combater uma invasão alienígena.
Veja o trailler, acesse:
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O Exótico
Hotel Marigold Comédia – (The Best Exotic Marigold
Hotel) Reino Unido, 2011. Direção: John
Madden. Elenco: Judi Dench, Maggie Smith, Tom Wilkinson, Dev Patel, Bill Nighy.
Duração: 118 min. Classificação: 10 anos. A comédia mostra um grupo de
idosos que decide passar sua aposentadoria em um luxuoso resort na Índia,
apenas para descobrir que a estrutura do lugar não é o que parecia no folheto.
Veja o trailler, acesse:
Luz nas
Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha Aventura – Brasil, 2012. Direção:
Helena Ignez e Ícaro Martins. Elenco: Ney Matogrosso, Maria Luisa Mendonça,
Simone Spoladore, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla. Duração: 83 minutos.
Classificação: 14 anos. Estreia em São Paulo. Continuação
do clássico filme Bandido da Luz Vermelha, que narra a trajetória do filho do
bandido, o criminoso Tudo-ou-nada, na cidade de São Paulo.
Veja o trailler, acesse:






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