Pular para o conteúdo principal

Olá leitores do Histórias Fantásticas, continuo viajando.
Vamos lá para o “Diário de Bordo” com mais fotos para vocês.
Como falei ontem, conheci alguns lugares maravilhosos em
Curitiba, no Paraná e estou compartilhando com vocês.
Hoje, deixo aqui fotos do Museu Paranaense, muito bonito e vale a pena.
Vamos conhecer o museu?
O museu já foi o Plácio do Governo e hoje abriga importante acervo histórico.

Museu Paranaense

Fundado em 1876, o Museu Paranaense foi o primeiro museu do Paraná e o terceiro do Brasil. Possui um acervo de cerca de 300 mil peças e documentos. São peças etnográficas de origem indígena de várias partes do Brasil, peças arqueológicas, mapas do Brasil-Colônia, peças históricas das antigas capitanias do sul do País e obras de arte.
O Museu Paranaense teve abrigo em várias sedes, desde a sua fundação. Sua primeira foi na Praça Zacarias, transferindo-se 25 anos depois para a rua Dr. Muricy, depois para a rua São Francisco, depois para o Batel, depois para a rua Treze de Maio e, em 1973, para o Paço Municipal, na Praça Generoso Marques, onde ficou até dezembro de 2002.
Em julho de 2003, o Museu Paranaense tomou o lugar do antigo Museu de Arte do Paraná, no Alto do São Francisco. O prédio, construído nos anos 1920, já foi, também, Palácio do Governo e sede do Tribunal Regional Eleitoral.

Serviço:
Museu Paranaense
Horário: de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 11h às 15h
Local: Rua Kellers, 289, São Francisco, Curitiba/Paraná
Telefone: (41) 3304-3300
Entrada franca

VEJA ALGUMAS FOTOS, TEM MAIS NA PÁGINA FOTOS, LOGO MAIS ACIMA











---------------------------------
LANÇAMENTO DE LIVROS

1943 – Roosevelt e Vargas em Natal
Evento conta com apresentação musical
Atenta aos principais lançamentos do meio editorial, a Realejo Livros tem presenteado a região com a vinda de autores reconhecidos nacional e até internacionalmente. Em 26 de maio, sábado, a partir das 18h30, será a vez do jornalista Roberto Muylaert, que lançou a revista Exame e foi publisher da Veja, entre outros veículos importantes, receber o público da Baixada para a sessão de autógrafos de seu mais recente livro: “1943 – Roosevelt e Vargas em Natal”. Durante o lançamento, acontece a apresentação musical de MPB, jazz e bossa, da dupla Edinho Godoy e Theo Cancello, na calçada em frente à livraria.  
Baseado numa extensa pesquisa histórica, Roberto Muylaert relata, num texto ágil e preciso, um dos mais importantes - e até então esquecidos - capítulos da história do Brasil moderno. A obra literária traz o encontro do ex-presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt com o ex-presidente brasileiro Getúlio Vargas, em 28 de janeiro de 1943, na Base Aérea de Parnamirim, em Natal. Tratada como segredo de Estado e assunto de segurança nacional, a Conferência de Potengi - como foi posteriormente chamada - selou a parceria entre Brasil e Estados Unidos, numa teia de relações políticas e econômicas que ecoam até a contemporaneidade.
“1943 – Roosevelt e Vargas em Natal” conquistou o público e tem recebido elogios da crítica. “Para nós, é uma honra receber um autor de peso como o Muylaert, ratificando a cidade de Santos como cidade pronta a receber os grandes lançamentos da literatura brasileira”, afirma o livreiro José Luiz Tahan.

Sobre o autor:
Roberto Muylaert é publisher, editor, e fundador da RMC Editora de São Paulo. Começou sua carreira como jornalista em 1964, na Editora Abril, onde lançou a revistaExame em 1967. Foi publisher de VejaExame, e depois editor da revista Visão (1975-1976), presidente da Fundação Bienal de São Paulo, onde organizou a exposição de arte brasileira Tradição e Ruptura em 1984 e a 18ª Bienal Internacional de São Paulo em 1985. Foi presidente da TV Cultura de São Paulo (1986-1995), além de ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da presidência da República, no primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso (1995). Tem cinco livros publicados: China, Chá e ChengMarketing Cultural &Comunicação DirigidaA Copa que Ninguém Viu (com Jô Soares e Armando Nogueira), Barbosa, um Gol faz Cinquenta Anos, e Paulinha (crônicas). É vice-presidente da ANER - Associação Nacional dos Editores de Revistas.
Ficha técnica:

1943 – Roosevelt e Vargas em Natal

Autor: Roberto Muylaert

ISBN: 9788562969126
Brochura
2012

Serviço:
Sessão de autógrafos com Roberto Muylaert
Quando: Sábado, 26 de maio, 18h30
Onde: Realejo Livros – Av. Marechal Deodoro, 2, Gonzaga, Santos
Haverá música ao vivo com Edinho Godoy e Theo Cancello


Entrada franca

-------------------------


Os benefícios do inexplicável

Marcos Henrique Martins




Se amo em demasia. O faço por saber que minhas pegadas logo, logo se apagaram. Não serão nem sobra do que já fui. Por isto, amo em demasia, choro em demasia, me alegro em demasia, entristeço-me em demasia, vivo em demasia.
A fugacidade da vida ensina a poucas pessoas a aproveitarem a viagem - Que pena -, e muitos se perdem em sua pequenez, em seus preconceitos, seus corações gélidos – Que triste -. Não ligo para os que só sabem se mal dizer da sorte. Não ligo para os que não sabem aproveitar o nascer do dia, um céu iluminado, um céu nublado, o cheiro da manhã, o nascer de mais uma vida, contemplar a poesia do dia a dia. Amar, amar, amar.


Se vivo, e viver é bom, mesmo quando choro;


 Se fico a andar ao leu e a sorrir de minhas limitações;


 Se caio e levanto, sem ter pena de mim;

Faço todas estas coisas, pois sei que um dia meu véu se rasgará, e então, poderei gritar, mesmo sem ser ouvido, gritar aos quatro cantos, para que todos os seres invisíveis do infinito possam se alegrar com meus gritos de: Vida! Vida! Carne Viva! Sangue vivo que me vez um bem, danado, por meu corpo, tolo, circular.            

Conheça mais sobre o escritor e poeta, autor do livro “O Lado Avesso”, acesse:

Comentários

Mirian Marclay disse…
Uma feliz viagem pra vc Xará! O Paraná é mto bonito! Se vc puder vá ao VELHO MADALOSSO em Santa Felicidade -Curitiba! A Batel Grill tb é mto legal! No Alto da Glória tem uns barzinhos bacanas! Amanhã tem a Feira do Largo da Ordem! Se o tempo estiver bom, recomendo! Bjs!

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...