Pular para o conteúdo principal
Festival Internacional de Dança

Olá meus amigos, espero que a sexta-feira seja excelente para todos nós.
Vá se programando, pois de 23 a 28 de maio acontece a 4ª edição do FIDIFEST – Festival Internacional de Dança, que acontece no Teatro Brás Cubas, em Santos, com entrada gratuita.


 FIDIFEST
Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural e incentivar a criação de plateia, o FIDIFEST traz mais uma vez a Santos um importante espetáculo. Trata-se do Cia Tentáculo Jovem de São Paulo reunindo três trabalhos da companhia que são “O eu pele”, “Voyeur cena final” e “Onírico”.
A Cia. Tentáculo Jovem e sua sede Tentáculo Dança foram criadas em 2015 por Liliane de Grammont, bailarina, coreógrafa e diretora da Tentáculo Dança, Liliane fez parte do elenco do Balé da Cidade de São Paulo por nove anos. Antes disso, foi bailarina da Distrito Cia de Dança em Ribeirão Preto por cinco anos e aluna da renomada The Juilliard School em Nova York. Formada em Psicologia em 2006, se especializou em terapia corporal Neo-Reichiana e Psicanálise.
“A Tentáculo Dança vem para cimentar o caminho que trilho como coreógrafa e diretora cênica desde 2009 junto a diversas cias e grupos no Brasil. Agora minha pesquisa tem casa própria”, explica a diretora.
Com 50 minutos de duração e dividida em três partes, a apresentação reflete o autoconhecimento através da pele, o voyeurismo, retrata as fantasias e ilusões do indivíduo em estado de inconsciência. 

Serviço:
Festival Internacional de Dança - gratuito
Quando: de 23 a 28/05
Local: Teatro Brás Cubas – Av. Pinheiro Machado, 48, Vila Mathias, Santos
Abertura: dia 23, às 20h - retirada de ingressos uma hora antes do espetáculo
Dias 24, 25 e 26: mostra competitiva às 19h
Dias 27 e 28: às 18h30
Telefone: (13) 3226-8000  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...