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Dia da Cavalaria
Novelas ou romances de cavalaria

Olá, bom dia e uma excelente quarta-feira a todos nós.
Hoje é Dia da Cavalaria, tema que eu gosto e li bons romances sobre este fabuloso gênero, vamos rever?
As novelas de cavalaria, também chamadas de romances de cavalaria, foi um gênero literário escrito em prosa, típico da Idade Média. Foi na Espanha, Inglaterra, França, Itália e Portugal que as novelas de cavalaria tiveram grande êxito, tornando-se populares. O auge deste gênero literário foi entre o fim do século XV e começo do XVII, no contexto da fase inicial do Trovadorismo.
As novelas de cavalaria mais conhecidas são as que retrataram a busca pelo Santo Graal na Idade Média, assim como as lendas do Rei Arthur.
As novelas de cavalaria eram tipicamente medievais, histórias com temas guerreiros, e chegaram a Portugal no séc. XIII, circulando entre os fidalgos e a realeza. Eram traduzidas do francês, e, portanto, naturalmente modificadas para adequá-las à realidade histórica e cultural de Portugal.
A princípio, não havia novelas de cavalaria que fossem autenticamente portuguesas, todas tinham heranças do francês. Dentre as novelas mais marcantes estão: “A demanda do Santo Graal” e “Amadis de Gaula”.
Também não podemos nos esquecer que de certo modo Dom Quixote, de Miguel de Cervantes é um grande clássico mundial da cavalaria.

Dom Quixote de La Mancha - Miguel de Cervantes 
A primeira edição de Dom Quixote foi publicada em 1605. Com ela, Miguel de Cervantes não só escreveu um clássico da literatura. A obra, considerada pela crítica atual o melhor livro de todos os tempos, fala sobre as aventuras de um fidalgo que perdeu a razão por ler muitos romances de cavalaria, o que o faz imitar seus heróis. 

Rei Arthur
Arthur, o rei, é a personagem principal desta lenda. Ele foi coroado aos 15 anos, após a cerimônia do Gamo Rei, onde ganhou a Excalibur (sua espada mágica). Existem duas versões para esta história.
Ele teve uma irmã (Morgana) e um irmão de criação (Cai), sua mãe (Igraine) era filha da Senhora de Avalon e irmã de Viviane (Sacerdotisa de Avalon na saga). O Mago Merlim é pai da mãe de Arthur, seu avô de direito. Arthur não teve filhos de seu conhecimento, mas ele foi pai em conjunto com Morgana no ritual do Gamo Rei. Morgana nunca contou ao seu irmão sobre o acontecido, visto que nesse ritual os corpos eram doados aos deuses para a unificação do ritual que será explicado na história do "Gamo Rei".
Arthur criou a Távola Redonda, onde todos os seus cavaleiros se sentavam à uma mesa redonda de acordo que não houvesse ponta nem cabeceiras, reafirmando que todos eram iguais perante ao rei e perante ao Cristo. Arthur traiu o povo das fadas (seus familiares por parte de mãe) ao negar a bandeira do Pendragon e instituir em Camelot a bandeira com a cruz do Cristo e a Virgem Maria. Essa bandeira foi confeccionada por Guinevere, sua esposa e rainha de Camelot. Arthur, após a mudança do reino de Tintagel para Camelot, começou a dar ouvidos a sua esposa e fazer tudo o que ela queria, com isso negou aos seus ancestrais, traiu o povo de Avalon e instituiu uma religião una em toda a Bretanha, o Cristianismo.
Resumo do livro “As Brumas de Avalon”, da autora Marion Zimmer Bradley, minha autora favorita tratando-se da lenda do Rei Arthur, recomendo. Ao todo são quatro livros:
Livro 1 - "A Senhora da Magia"
Livro 2 - "A Grande Rainha"
Livro 3 - "O Gamo-Rei" Livro
Livro 4 - "O Prisioneiro da Árvore"  

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