Pular para o conteúdo principal
Revista Conexão Literatura edição de Dezembro
Já está disponível para baixar gratuitamente

Olá meus amigos, tenham uma excelente sexta-feira!
Para aqueles que curtem a Revista Conexão Literatura, a edição de Dezembro já está disponível e pode ser baixada gratuitamente.
Não quero me gabar porque faço parte desse projeto literário, mas está show de bola a revista deste mês, vale a pena.

O escritor, ativista literário e editor da revista, Ademir Pascale, faz um balanço das edições.
Chegamos a nossa última edição do ano. Foram 12 revistas com dezenas de contos, crônicas e entrevistas publicadas. 2016 foi um ano marcante para nós: tivemos atenção da Amazon, Skoob, autores e várias editoras de pequeno, médio e grande porte, mostrando que estamos fazendo um trabalho sério em prol da cultura e disseminação da literatura brasileira. Esperamos fazer muito mais em 2017. E para fecharmos esse ano com chave de ouro, destacamos em nossa capa Aline Basztabin, escritora brasileira que mora em Miami, autora das obras A Indiscutível Forma de Amar e A Essência da Dor. Confira a entrevista exclusiva que fizemos com ela baixando gratuitamente. Já na coluna Conexão Nerd, selecionamos cinco grupos literários do Facebook e fizemos uma entrevista com a criadora do grupo Loucas e Loucos Por Livros”, ressalta Pascale.
“E como sempre, entrevistas, crônicas, contos, dicas de livros e filme, entre outros. Desejamos um Feliz Natal e um Próspero Ano-Novo repleto de realizações, leituras, paz e muito amor”, finaliza.

Para baixar a revista gratuitamente: 

Site da Revista: 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...