Artigo Sexta-feira Treze
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precisei olhar na folhinha para saber que o “dia do azar” como muitos falam chegara!
A primeira sexta deste ano 2020 veio um pouco “sem força”, acredito eu, por
conta do coronavírus, que ganha destaque diariamente com os números absurdos de
infectados pelo mundo todo transformando-se em pandemia (enfermidade epidêmica
amplamente disseminada).
Mas voltando à data, que mesmo com esse
terror rondando às escuras e as claras em países que no início da doença tentaram
escondê-la, como se nada acontecesse, ainda assim existem pessoas que por
motivos religiosos ou não acreditam que animais pretos e brancos dão azar, perpetuando
o mito do mau agouro.
E o que não dizer de crendices como não
passar debaixo de escadas? Ou então não olhar para gato preto? E por aí foi
crescendo sempre o mito da Sexta-feira Treze. O pior de todas as coisas que já
ouvi é, sem dúvida, a matança associada a crueldade de animais por associá-los
à bruxaria, que tristeza, não é?
Termino quase esta manhã ensolarada com fé e esperançosa
de que tudo isso que escrevi seja mais uma bobagem minha de outrora, rogando
que as pessoas deixaram de lado esses mitos populares focando no aqui e agora,
na higiene pessoal e coletiva, prestando a atenção para não ser a próxima vítima
da família viral coronavírus (CoV), que causam doenças respiratórias leves a
moderada e até graves, semelhantes a um resfriado comum, mas dependendo do
estado físico de cada um a doença por ser fatal ou não.
Então, deixe de lado os velhos costumes contra
felinos negros e concentre-se na saúde e no bem-estar seguindo conselhos e
normas de profissionais da saúde e fazendo crescer a sabedoria com hábitos para vencer os coronavírus, seja um
multiplicador de boas ações, faça valer os bons costumes porque ser bom não é
mérito algum, é obrigação de qualquer ser humano!

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