Pular para o conteúdo principal

Revista Conexão Literatura de Abril
Disponível para baixar gratuitamente

Olá, feliz sexta-feira a todos nós.
Você que gosta da Revista Conexão Literatura, já está disponível para baixar gratuitamente a edição de abril.
E esta edição está demais, com várias atividades, desde entrevistas com escritores, eventos literários e contos, entre outros.
E por falar em contos, participo com a história O Corpo no Rio.
Espero que gostem da edição, grande abraço,
Míriam

 

Com a palavra, o editor Ademir Pascale

“Com uma capa especialmente elaborada pelo artista Fred Macêdo, para esta edição da revista Conexão Literatura, destacamos as pulp fictions. Mas não fique confuso, pois não falaremos do filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, mas sobre as revistas com folhas de baixa qualidade surgidas no início da década de 1900. Os dois personagens da nossa capa foram desenhados em homenagem ao herói Doc Savage, publicado entre 1930 e 1940 nas pulp fictions e o doutor Fu Manchu, um gênio do crime que foi personagem de uma série de novelas do escritor inglês Sax Rohmer, tendo adaptação para os quadrinhos, tevê, rádio e cinema. As pulp fictions eram publicações com capas apelativas que destacavam histórias de ficção científica, terror e fantasia. Muitos nomes importantes escreveram para essas revistas, como Isaac Asimov. Personagens conhecidos mundialmente como Zorro e Tarzan surgiram de revistas pulp, que tiveram uma popularidade imensa, assim como as nossas séries televisivas da atualidade. Você poderá conferir mais sobre as pulp fictions nas páginas da revista. Ainda nesta edição: matérias, entrevistas, contos e poesia, além do lançamento da nova seção da Livraria Conexão Literatura, com muitas dicas de livros. Tenham uma ótima leitura e até a próxima edição!”, finaliza Pascale.

Para baixar gratuitamente:

Site da revista:


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...