Pular para o conteúdo principal
Grande maratona Star Trek no MIS

Bom dia meus amigos e um excelente sábado a todos nós.
Se você é fã da saga Star Trek, veja só que novidade legal! O MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo) preparou para este sábado (07) um roteiro cheio de longas, brindes e debates a respeito dos filmes.
O evento inicia às 11h com a exibição dos três filmes mais recentes da série: “Star Trek”, “Além da Escuridão Star Trek” e “Star Trek: Sem Fronteiras”, lançado em 2016.
Para garantir seu ingresso, que é gratuito, você deverá fazer a retirada no MIS com uma hora de antecedência.

Confira a programação completa e boa maratona!

Programação:
11h - Abertura e apresentação do evento (retirada de ingresso às 10h)
11h10 - Painel 1: "A importância do reboot da série" , com Paulo Gustavo Pereira e Roosevelt Garcia
11h30 - Exibição "Star Trek" (2009)
13h37 - Término da sessão e sorteios
13h45 – Intervalo
14h - Painel 2: "As diferenças entre a timeline Kelvin e a original", com Paulo Gustavo Pereira e Roosevelt Garcia (retirada de ingresso às 13h)
14h30 - Exibição "Além da Escuridão: Star Trek" (2013)
16h42 - Término da sessão e sorteios
16h45 – Intervalo
17h - Painel 3: "O que esperar do próximo filme", com Paulo Gustavo Pereira e Roosevelt Garcia (retirada de ingresso às 16h)
17h30 - Exibição "Star Trek Sem Fronteiras" (2016)
19h32 - Término da sessão e sorteios
19h40 - Considerações finais
20h - Encerramento

Serviço:
Grande maratona Star Trek
Quando: hoje, dia 7/1, das 11h às 20h - evento gratuito
Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) - Av. Europa, 158, Jardim Europa, SP

Telefone: (11) 2117-4777
Acesse o site do MIS:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...