Pular para o conteúdo principal
A longo prazo ou em longo prazo?
Escreva certo: Coluna Dicas da Língua Portuguesa

Imagem Google divulgação
Bom dia meus amigos e espero que seja bem produtiva esta quarta-feira.
Alterei para hoje a coluna Dicas da Língua Portuguesa porque amanhã é um dia de festa na literatura fantástica, principalmente para os fãs como eu do escritor Edgar Allan Poe, então, disponibilizarei um conto inspirado em uma de suas histórias, e antecipei esta coluna.
Abraços, até amanhã,
                                          Míriam

A longo prazo ou em longo prazo?

Existem algumas expressões da língua portuguesa que costumam gerar sérias dúvidas entre os falantes. Elas são muito utilizadas no dia a dia e, na maioria das vezes, de maneira inadequada. Você já se perguntou, por exemplo, se o correto é “a domicílio ou em domicílio”? Outra dúvida clássica: você sabe se o certo é “a cores ou em cores”? Viu só? Parecem dúvidas banais, mas acertar a escrita dessas expressões faz toda a diferença para quem quer adequar o texto à norma culta da língua.

A longo prazo/Em longo prazo
Para alcançar o sucesso profissional, é preciso pensar a longo prazo
ou
Para alcançar o sucesso profissional, é preciso pensar em longo prazo?
Resposta certa: “Para alcançar o sucesso profissional, é preciso pensar em longo prazo”.
A preposição “em” deve ser utilizada nas seguintes expressões: em longo prazo, em curto prazo e em médio prazo.


Pesquisa: UOL educação

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...