Pular para o conteúdo principal
Clássicos da Literatura
O Bebê de Rosemary

Olá meus amigos, tenham uma excelente segunda e vamos a mais medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos, vai Brasil!
Bem, inicio a semana com a coluna Clássicos da Literatura, com livros de gêneros diversos que até geraram grandes películas do cinema.
E começo a coluna com o grande “O Bebê de Rosemary”, de Ira Levin, que foi dirigido no cinema por Roman Polanski.

Livro:
Gênero: terror
Editora: Randon House
Lançamento: 12 de março de 1967
Rosemary's Baby (O Bebê de Rosemary) é um romance de terror escrito por Ira Levin (EUA). O livro conta a história de um casal nova-iorquino que se muda para um novo apartamento e pretendem ter um filho. Porém, os seus vizinhos tem como objetivo tornar esse bebê o filho do demônio. A obra fez grande sucesso e ainda foi adaptado para o cinema pelo cineasta Roman Polanski.

Compras online – clique nas editoras:
R$35,20 - Submarino
R$37,40 - Americanas.com
R$40,00 - Livraria Cultura
R$44,00 - Saraiva

Para baixar o livro:


Filme:
Rosemary e seu marido se mudam para um novo apartamento em Nova York, onde passam a conhecer um casal de idosos que mora logo ao lado. Esse casal possui modos estranhos de agir; eles logo invadem a privacidade de Rosemary, de forma que começa a incomodá-la. Há algo por trás disso tudo e Rosemary, grávida, começa a desconfiar das pessoas, querendo proteger seu futuro filho.
O filme estreou no dia 12 de junho de 1968.
Elenco:

Curiosidades:
Antes de se decidir por Mia Farrow, Roman Polanski originalmente tinha em mente sua esposa, Sharon Tate, para fazer o papel de Rosemary.
- Sharon Tate faz uma ponta na cena em que Rosemary dá uma festa para seus “jovens” amigos.
- Existem rumores de que, para fazer as cenas de rituais e cânticos satânicos serem o mais realista possível, o diretor Roman Polanski contou com o auxílio de Anton LaVey, fundador da Igreja de Satã e autor de "The Satanic Bibles", que teria servido como consultor nestas cenas.
- Foi durante as filmagens de O Bebê de Rosemary que a atriz Mia Farrow se divorciou de seu marido, o cantor Frank Sinatra.
- Mia Farrow realmente comeu fígado cru para uma cena no filme.
- A voz no telefone do ator que fica cego devido a uma maldição para que o marido de Rosemary consiga um emprego é de Tony Curtis.
- O bebê de Rosemary nasceu em 6 de junho de 1966 (6/06/66).
- De acordo com Mia Farrow, as cenas em que Rosemary caminha em frente ao tráfego de carros foram espontâneas e genuínas. Roman Polanski lhe disse: “Ninguém vai atropelar uma mulher grávida”.
- Embora não contenha sangue ou morbidez, O Bebê de Rosemary é considerado um dos mais assustadores filmes de todos os tempos. Por quê? A natureza assustadora do filme não está em seus efeitos especiais, mas em sua premissa realista.
- Susan Atkins, membro da família Manson, que mais tarde assassinou a esposa grávida de Polanski, Sharon Tate, foi um ex-seguidor de Anton LaVey (fundador da igreja de satã e suposto auxiliar do filme).
- Este foi o primeiro filme americano de Roman Polanski. Antes, ele quase dirigiu Os Amantes do Perigo (1969), mas Robert Evans, da Paramount, decidiu que O Bebê de Rosemary seria mais apropriado para Polanski.
 Em abril de 1969, William Castle é internado em caráter de emergência, com falência renal. No hospital,  testemunhas dizem tê-lo ouvido delirar e dizer: “Rosemary, pelo amor de Deus, solte esta faca!”
- No mesmo hospital estava Krysztof Komeda, compositor da trilha sonora de O Bebê de Rosemary e grande amigo do diretor do filme, Roman Polanski. Komeda morreu por causa de um coágulo no cérebro.
- Quatorze meses após o lançamento do filme, Sharon Tate (que estava grávida de 8 meses) foi ritualisticamente morta por membros da família de Manson. Ela foi esfaqueada 16 vezes e seus assassinos escreveram as palavras "Morte aos porcos" com seu sangue na parede da casa de Polanski.
- O crime ficou conhecido como “Helter Skelter”, nome de uma música dos Beatles (a expressão significa “caos”, “decadência”). A última coincidência vem 11 anos depois, o beatle John Lennon é assassinado na porta do prédio onde morava… o Edifício Dakota, o mesmo onde se passava a trama de O Bebê de Rosemary.

Premiações:
*Oscar 1969 (EUA)
- Venceu na categoria de melhor atriz coadjuvante (Ruth Gordon).
- Indicado na categoria de melhor roteiro adaptado (Roman Polanski)
*BAFTA 1970 (Reino Unido)
- Indicado na categoria de melhor atriz (Mia Farrow).
*Prêmio David di Donatello 1969 (Itália)
- Venceu na categoria de melhor atriz etrangeira (Mia Farrow).
- Indicado na categoria de melhor diretor estrangeiro (Roman Polański).
*Globo de Ouro 1969 (EUA)
- Venceu na categoria de melhor atriz coadjuvante (Ruth Gordon).
- Indicado nas categorias de melhor atriz de cinema - drama (Mia Frrow), melhor trilha sonora (Krzysztof Komeda) e melhor roteiro (Roman Pola

 Trailer:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...