Pular para o conteúdo principal
Olá amigos, tenham uma ótima quarta-feira, véspera de feriado. Ai que bom!
Vejam só que legal o evento que acontece no Museu da Língua Portuguesa hoje.
Espero que tenham gostado. Amanhã tem mais.
Grande abraço,
Miriam

Atrações no Museu 
da Língua Portuguesa


O Museu da Língua Portuguesa e Governo do Estado de São Paulo preparam atividade especial par ao Dia da Consciência Negra. Trata-se do Cortejo “Morte às Vassouras” com artistas da Cidade Tiradentes.

Programação:

15h – Bate-Papo: A Literatura Negra Brasileira através dos livros
Mediado por 
Abilio Ferreira – jornalista e escritor

15h20 – Leitura Dramática: “Morte às Vassouras”
Conta à experiência da jornalista Claudia Canto em regime de cárcere domiciliar. Participação de Claudia Canto e 
Vladi Victorelli

15h40 – Reciclando Poesia
O poeta Minelli apresentará poemas de sua autoria, além de autores consagrados.

16h – Teatro e Dança
A artista Isabelle Garcia fará uma performance como base em temas religiosos.

16h20 – Cordel
Pedro Monteiro, escritor cordelista, apresentará seu trabalho que trata de temas atuais.

16h40 – Leitura Dramática: “Menino Magricela e Menino de Mãos Dadas”
O monólogo será interpretado pela atriz Glorinha.

16h50 – Interpretação do texto: “Deus Negro”
A performance será realizada pela escritora Claudia Canto

17h – Hip- Hop: Da Quebrada
Grupo apresentará duas músicas com temática social 

17h30 – Performance: “Oxossi”
O ator e cenógrafo Vladi Victoreli interpretará através da dança

17h40 Turminha Dos Águias
Grupo composto por crianças de 04 a 11 anos trará no repertorio musicas autorais, teatro, e dança.

18h – Grupo Oficina de Cultura Nossa Arte/ ONG Ação Santo Cristo
A orquestra cujo diferencial são sucatas usadas como instrumento musical.
Atividades gratuitas
Espaço Estação – acesso ao lado do portão 1 do Museu da Língua Portuguesa
Estação da Luz – Centro
Facebook.com/museudalinguaportuguesa

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...