Pular para o conteúdo principal
Olá amigos, tenham uma excelente quarta-feira!
Começa hoje o 3º CulturalMente Santista, com programação variada e gratuita até dia 22.
Veja a programação e participe!
Grande abraço,
Miriam

3º CulturalMente Santista 
começa hoje

O CulturalMente Santista – Diálogos Culturais é um fórum cultural itinerante surgido a partir do site www.culturalmentesantista.com.br
e que visa contribuir com a formação de público para a produção artística da região, disseminar a discussão entre artistas, produtores culturais e jornalistas do ramo, junto à sociedade, buscando gerar um mapeamento dessa produção e o legado que pode ser deixado por ela. 
Este ano, o evento chega à terceira edição e ocorrerá entre 12 e 22 de novembro, em sete espaços públicos e privados que contribuem para o fomento artístico da Baixada.
A programação terá 14 bate-papos que reunirão mais de 50 artistas que fazem trabalho relevante. Além disso, ocorrerão intervenções artísticas e a exposição “Viva Santos”, do artista plástico Waldemar Lopes. Toda a programação é gratuita.

Abertura
A abertura acontece hoje, a partir das 20h30, no teatro do Sesc, quando também acontecerá o encontro de dois projetos que resultaram de trabalhos de formação artística para jovens: a Banda Querô, do Instituto Arte no Dique, e o Broadway Voices.
Cada grupo fará um pocket-show e depois os dois elencos participarão de um bate-papo que abordará o processo de desenvolvimento artístico.

Acesse ao link para obter a programação

Colaboração: Jornalista André Azenha






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...