Olá
queridos amigos, para quem está na Baixada, achei interessante duas peças
teatrais gratuitas, que disponibilizo e também, no Cantinho da Poesia, poesias
de Auber Fioravante Júnior, Francisco Settineri, Carlos
Vaz de Carvalho Maia e Marcos Martins.
Aproveitem o dia!
Beijão,
Miriam
Espetáculo Ciranda do Villa
O espetáculo conta a história da infância do músico Heitor Villa
Lobos, também conhecido como Tuhu. Ao receber a visita de Tia Fifina e sua
trupe, o menino deseja viajar, mas seus pais o impedem, em função da pouca
idade. De consolo, Tuhu recebe uma viola de presente de Fifina. Triste, o
menino adormece sobre o instrumento e durante o seu sonho parte para uma
incessante busca para descobrir a música. Faz então uma viagem por todas as
regiões do Brasil e se depara com figuras do folclore brasileiro.
O
espetáculo recria a mística da vida do grande compositor e maestro Villa-Lobos.
Com a Cia. Lúdicos de Teatro Popular
Serviço:
Espetáculo
Ciranda do Villa
Quando: neste domingo, dia 3/11, as
17h30
Local: Sesc-Santos
- Rua Conselheiro Ribas, nº 136, Aparecida, Santos - Entrada gratuita
Informações:
(13) 3278-9800
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Peça O Acrobata
O espetáculo mostra a história do
clow Jasmim, cuja figura nos revela aspectos essenciais da
condição humana. Dotado de uma lógica própria, estabelece uma comunicação
direta com aquele que o assiste, “levando-o pela mão” para um longo caminho de
reencontro com o patético, o lírico e o cômico de cada um. Com sua aparência
desajeitada e ridícula cria situações inusitadas, provocando hilaridade e
ternura, num exercício livre, corajoso e generoso.
Serviço:
Espetáculo O Acrobata
Quando: neste domingo, dia 3/11,
sessões às 16h e 17h30
Entrada gratuita com retirada de
ingressos uma hora antes do espetáculo
Local: Auditório da CPFL Piratininga
- Praça dos Andradas, 31, Centro, Santos
Informações: site: www.cpflcultura.com.br
Telefone: (19) 3756-8000
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Saudade
em Amor
Auber Fioravante Júnior
“Quem
ama, não esconde
O retrato da luz!”
O retrato da luz!”
Já dizia
eu, num velho poema
Adormecido em meu baú de lamentos,
Lá d’onde o que nem tudo foi dito, versado,
Semeado, bebido pelos estados d’alma!
Adormecido em meu baú de lamentos,
Lá d’onde o que nem tudo foi dito, versado,
Semeado, bebido pelos estados d’alma!
Na
verdade, são quando as janelas abrem-se
À brisa, à magia de todo corpo celeste
Desnudando-se ao presente da noite, caindo
Em amiúdes presságios, desejos singulares!
À brisa, à magia de todo corpo celeste
Desnudando-se ao presente da noite, caindo
Em amiúdes presságios, desejos singulares!
Sublimares
da pele em evidência
Prosaica, úmida como o lagrimejar
Desabrochando pela ternura dos seios
Uníssonos aos lábios, ao estreito de amar!
Prosaica, úmida como o lagrimejar
Desabrochando pela ternura dos seios
Uníssonos aos lábios, ao estreito de amar!
O
divagar rompe o silêncio,
Em saudade à flor da pele aveludada,
Levemente insinuante por todos os versos
Cardinais condutores da voz, dos mistérios
Que cercam o amor quando de sinceridade entoa-se!
Em saudade à flor da pele aveludada,
Levemente insinuante por todos os versos
Cardinais condutores da voz, dos mistérios
Que cercam o amor quando de sinceridade entoa-se!
Não é
verdade
Que os olhos não veem
O coração não sente!
Que os olhos não veem
O coração não sente!
02/11/2013
Porto Alegre - RS
Porto Alegre - RS
Um barco
se aproxima em cais de pedra
Francisco Settineri
Um barco
se aproxima em cais de pedra
Convida a viajar ao Aqueronte
Gentil, cortês, conduz a nau Caronte
Em meio ao desespero que aqui medra.
Convida a viajar ao Aqueronte
Gentil, cortês, conduz a nau Caronte
Em meio ao desespero que aqui medra.
Não
sabes mais se a sombra que ora chega
É o nada a desfilar na tua frente
Da treva que te envolve o abraço quente,
Mortalha que te cai em tensa entrega!
É o nada a desfilar na tua frente
Da treva que te envolve o abraço quente,
Mortalha que te cai em tensa entrega!
Destino
ao qual somente o herói escapa
No resgatar audaz do inferno a Dama
E o deus do mundo odiento a si reclama
A parte que lhe cabe, obscuro mapa...
No resgatar audaz do inferno a Dama
E o deus do mundo odiento a si reclama
A parte que lhe cabe, obscuro mapa...
E cais a
delirar no humor sombrio
Das águas a vencer pelo barqueiro
E nada ao céu impede o ardor primeiro
Que firme impele ao vento o rosto frio!
Das águas a vencer pelo barqueiro
E nada ao céu impede o ardor primeiro
Que firme impele ao vento o rosto frio!
Sinto
Falta
Carlos
Vaz de Carvalho Maia
Poeta
português
Hoje
despertei...com uma vontade enorme,´
de te abraçar,
com todas as minhas forças!
Vontade de suspirar,
palavras de ternura,
carinho e afecto!
Senti vontade,
de poder partilhar:
As minhas alegrias!
As minhas decepções!
As minhas conquistas!
As minhas frustrações!
Os meus desejos!
As minhas ambições!
Senti vontade,
de te confessar meu amor!
Senti vontade de te amar!
De te fazer feliz!
Mas aquilo que vi...
Foi simplesmente,
um espaço vazio...




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