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Se você ainda não foi, vale a pena conferir. 

30ª Bienal de São Paulo


A 30ª Bienal de São Paulo começou dia 7/9 e permanece até 9/12. Este ano, a curadoria, que recebeu o nome de A Iminência das Poéticas afirmou que o evento não possui um tema, mas sim um motivo. A 30ª Bienal quer contribuir com a discussão sobre as práticas artísticas nesse mundo, e não pretende afirmar-se com respostas definitivas e ortodoxas. Para isso, ela conta com cerca de 3 mil obras de 111 artistas, sendo grande parte delas produzidas especialmente para a exposição.
A ideia de permanente interlocução é também o ponto de partida da 30ª Bienal. Procurando instaurar-se como uma plataforma de encontro para a diversidade das poéticas, a mostra pretende ser um evento capaz de produzir constelações de obras e artistas que conversam entre si.
Além da exposição principal no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, A Iminência das Poéticas também está presente no Museu da Cidade (Casa Modernista, Casa do Bandeirante e Capela do Morumbi), no MASP, no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP) e no Instituto Tomie Ohtake, bem como em intervenções pela cidade - na avenida Paulista, na Estação da Luz e em diversos eventos e intervenções pelas ruas de São Paulo.
A 30ª Bienal, através de uma parceria de coprodução com o SESC São Paulo, que se estende desde a mostra principal até futuras itinerâncias, contou com um simpósio internacional, que ocorreu em São Paulo nos dias 6, 7 e 8 de novembro.
O evento conta com suporte decisivo do Ministério da Cultura e da Prefeitura de São Paulo, o engajamento de patrocinadores como Itaú, Oi, AES Eletropaulo, Mercedes-Benz e Gerdau, entre outras empresas, e parcerias culturais com o SESC São Paulo e a FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado.

Serviço:
30ª Bienal de São Paulo - A Iminência das Poéticas 
Entrada: gratuita 
Local: Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera, São Paulo 
Data: de 7/9 a 9/12 
Horários: terças, quintas, sábados, domingos e feriados - das 9h às 19h (entrada até as 18h) / quartas e sextas - das 9h às 22h (entrada até as 21h) / fechado as segundas 
Site: www.30bienal.org.br
Fonte: site Terra
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Exposição homenageia centenário de Luiz Gonzaga

Esculturas, xilogravuras e até roupas relacionadas à vida e à obra do compositor popular e instrumentista Luiz Gonzaga estão entre os itens da exposição que está em cartaz no Palácio do Planalto, Brasília, em homenagem aos 100 anos de nascimento do Rei do Baião.

A exposição O Imaginário do Rei – Visões Sobre o Universo de Luiz Gonzaga traz obras de artistas de todo o País, quase todas criadas especialmente para a mostra. Além das obras dos artistas, há também fotografias, CDs e livros sobre Luiz Gonzaga.
Luiz Gonzaga foi homenageado no Palácio do Planalto na segunda-feira (5), quando foi feita a premiação da Ordem do Mérito Cultura (OMC), edição de 2012, durante cerimônia com a participação da presidenta Dilma Roussef. A cada edição da OMC uma personalidade é homenageada.

Serviço:
Exposição O Imaginário do Rei – Visões Sobre o Universo de Luiz Gonzaga
Data: até dia 5/12
Local: térreo do Palácio do Planalto Praça dos Três Poderes, com entrada gratuita
Horários: aberta à visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos domingos, das 9h30 às 14h30
Fonte: Diário de Permanbuco


Luiz Gonzaga é citado no Enem 2012

No ano de seu centenário, o compositor Luiz Gonzaga já foi homenageado com filme de Breno Silveira, musical de João Falcão e, agora, com uma questão do Enem 2012. O enunciado 33 da prova azul, no exame de Ciências Humanas e Suas Tecnologias, traz um trecho da música “A vida de viajante”, composta em 1963.
“Minha vida é andar/Por esse país/Pra ver se um dia/ Descanso feliz/ Guardando as recordações/ Das terras onde passei/ Andando pelos sertões/ E dos amigos que lá deixei”, diz o trecho da canção. Em seguida, o enunciado pede para o candidato dizer a que elementos a música se refere. 

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Luiz Gonzaga faria 100 anos


Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu em 13 de dezembro de 1912 na cidade de Exu, em Pernambuco, filho dos lavradores Januário José Santos e Ana Batista de Jesus, esta mais conhecida como Santana. Ainda na infância, Luiz costumava ajudar o seu pai tocando zabumba em festas pela região, pegando desde cedo o gosto pela coisa.
O amor chegou ao coração de Luiz Gonzaga causando-lhe alguns problemas. Aos 18 anos, seus pais descobriram que ele estava se envolvendo com a filha de um coronel da cidade, que dele não gostava. A surra foi grande. A tristeza por não se casar com Nazarena levou Luiz a fugir de casa e se alistar no exército em Crato, no Ceará. Após um tempo viajando pelo País como corneteiro do exército, deu baixa e foi para o Rio de Janeiro.
No sudeste, o inventivo cantor já era considerado o maior representante da música nordestina no País, com sucessos que começavam a ganhar o mundo. O crescimento mais vertiginoso aconteceu quando foi contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro, permitindo a ele alcance e destaque ainda maiores. Através de sua obra, os brasileiros redescobriam o nordeste em ritmo e melodias que traziam a significação sertaneja de uma maneira nova. Gonzaga não deixava de tratar dos problemas enfrentados pelos seus conterrâneos, mas dava-lhes roupagem pura e singela. Era um retrato poético de uma realidade sofrida, muitas vezes em versos temperados com esperança e saudade, como retratado em 'Asa Branca'.

Gonzagão também teve um filho, popularmente conhecido como Gonzaguinha. A relação entre os dois durante a infância do menino não foi das melhores. A amizade foi de fato firmada quando Gonzaguinha resolveu seguir os passos do pai e também se tornou músico. Eles chegaram inclusive a fazer juntos uma turnê pelo Brasil. 

Luiz Gonzaga morreu em Recife, em 2 de agosto de 1989. Foram cerca de 60 anos de carreira, 1.538 gravações de 633 canções, que incluíram parcerias como a de Humberto Teixeira. Vira figura mítica mesmo depois de morto, com repertório que até hoje figura entre os principais registros da música brasileira.  


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