Pular para o conteúdo principal

 


Festival Café-Caribenho

1ª edição, de 3 a 9 de novembro em vários pontos culturais

 


A 1ª edição do Festival Internacional de Artes e Culturas Caribenhas do Brasil com grande apoio na Cidade de Santos começa nesta segunda (3/11) e prossegue até domingo (9/11), com ampla programação em vários locais.

O festival Café-Caribenho nasceu com o objetivo de dignificar a presença da comunidade caribenha no Brasil e nas diásporas, promovendo e celebrando a história e as culturas caribenhas e novos contatos com as populações locais. A iniciativa foi tomada pelo cantor, poeta e escritor haitiano Carlile Max Dominique Cérilia, após ter sido alvo de inúmeros tratamentos discriminatórios, sendo imigrante no Brasil. Ele decidiu então reunir uma série de atividades em torno de um festival cultural internacional, com o objetivo de criar uma nova consciência de sua comunidade, capaz de provocar um novo olhar sobre essa cultura.

 A comunidade caribenha do Brasil está estabelecida no país há quase duas décadas. Por isso, o Festival Café-Caribeno se propôs a atuar na criação de uma nova dinâmica que incentive essa comunidade a se desenvolver de forma mais ampla e justa e a fazer trocas mais benéficas do ponto de vista humanitário, cultural e revolucionário.            

 




Programação 

SEGUNDA – 03/11 -SANTOS
Mesa com poeta Carlile Cérilia e palestra musical com o cantor e dançarino Benlove (Guadalupe/Caribe Central)
UNIFESP – Campus Baixada Santista
Horário da oficina: 10h30 às 12h30
Local: Rua Silva Jardim, 136, Vila Matias, Santos

Projeção de curtas-metragens e bate-papo
Horário da projeção dos curtas: 17h às 19h
Local: Rua Carvalho de Mendonça, 144, Vila Belmiro, Santos


TERÇA – 04/11 - SANTOS
Oficina: Mergulho imagético no Haiti com o poeta Carlile Cérilia
Horário da oficina: 16h às 18h


Projeção de curtas-metragens e bate-papo
Horário da projeção dos curtas: 18h às 20h
Museu de Imagem e Som de Santos
Local: Avenida Senador Pinheiro Machado, 48, Vila Matias, Santos

QUARTA – 05/11 - OSASCO
Mesa de conversa com a Profa. Carolina Pedroso e o poeta Carlile Cérilia
Horário da mesa de conversa: 11h às 12h

Projeção de curtas-metragens e bate-papo.
Horário da projeção dos curtas: 17h às 19h
UNIFESP – Campus Osasco
Local: Rua General Newton Estillac Leal, 932, Osasco/SP

QUINTA – 06/11 - OSASCO
Oficina: Mergulho imagético no Haiti com poeta Carlile Cérilia (discussão)

Horário da oficina: 11h à 12h

Exposição de fotografias e discussão: Convite ao público para uma viagem aos Caribes – fotos, narrativa consciente, filme Pòtrè Atis, música caribenha e bate-papo.
Horário da exposição de fotografias: 17h às 19h
UNIFESP – Campus Osasco
Local: Rua Talim, nº 330, São José dos Campos/SP

SEXTA – 07/11 - SANTOS
Oficina de crioulo e roda de conversa com o poeta Carlile Cérilia (discussão)
Exposição de fotografias e discussão: Convite ao público para uma viagem aos Caribes – fotos, narrativa consciente, música caribenha e projeção de filmes.
Horário da oficina: 16h às 21h
LAB Procomum

LOCAL: Rua Sete de Setembro (em frente ao nº 73/Loja Maçônica), Vila Nova, Santos

SÁBADO – 08/11 - SANTOS
Sarau poético de poesia caribenha
Apresentação musical
Projeção de curtas-metragens
Horário do sarau e da apresentação: 17h às 19h
Casa das Culturas
Local: Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos


DOMINGO – 09/11 - ONLINE
Debate online
Horário do Recital: 20h
YouTube

 


 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...