Pular para o conteúdo principal

 

“Quarentena Poética” é o novo livro do jornalista e assessor Raul Christiano

 

O assessor da Presidência da Sabesp, Raul Christiano de Oliveira Sanchez lança, no próximo sábado (3/12), das 16h30 às 19h, na Realejo Livros seu novo livro: “Quarentena Poética”, da Editora Costelas Felinas.

A obra é composta por 37 poemas, escritos desde o início da pandemia, em março de 2020. Treze deles foram ilustrados pelo arquiteto, desenhista, poeta e pintor Eber de Gois, que também, ilustrou a capa em parceria com o publicitário, compositor e escritor Bernardo Sanchez.

Recentemente, Raul também lançou o livro “Coletânea Picaré – 40 Anos de Poesia e Arte”.


Raul Christiano


Jornalista, especialista em gestão de políticas públicas e professor universitário, na Sabesp Raul trabalhou na Diretoria de Sistemas Regionais - R (que contempla o interior e litoral paulista), atuando no processo de contratualização junto aos municípios da Baixada Santista, Litoral Norte, Vale do Ribeira e Vale do Paraíba.

Mas sua primeira passagem foi entre 2007 e 2010, como superintendente de Comunicação da Sabesp.

Raul Christiano já foi secretário de Educação e de Cultura de Cubatão (2017), secretário municipal de Cultura de Santos (2013-2015) e gerente regional da CDHU na Baixada Santista (2003-2004), entre outros cargos.

 

Serviço:

Lançamento do livro “Quarentena Poética” (Editora Costelas Felinas, R$ 47,00)

Local: Realejo Livros – Avenida Marechal Deodoro, 2, Gonzaga, Santos

Quando: sábado, dia 03/12

Horário: 16h30 às 19h 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...