Pular para o conteúdo principal

 


Árvore de Natal na Avenida Paulista

 

Natal é tempo de reunir quem mais amamos na vida, de celebrar as diferenças que tornam as pessoas tão únicas e de construir memórias inesquecíveis. E nunca foi tão necessário fortalecer esse espírito de amor e respeito, não é mesmo?

Pensando nisso, O Boticário aproveitou a magia do Natal para criar situações digitais em dez capitais brasileiras. Em São Paulo, a ativação foi montada na área externa do Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista, e pode ser conferida até o dia 8 de janeiro.

 

O grande destaque da ação é uma árvore interativa, decorada com janelas de telas de LED que projetam fotos de pessoas de todo o país postadas nas redes sociais com a #EspalheAmor.

 

A ideia é enviar cliques ao lado de quem você mais ama na vida! E essas imagens são reproduzidas simultaneamente em outra árvore montada pela marca na Rua XV de Novembro, em Curitiba (PR).

 

Além disso, a decoração natalina da marca tem outros cenários para fotos. Por lá, estão letreiros escritos “Eu Amo Natal” e uma caixa em formato de moldura de presente com uma surpresinha bem fofa.

 

Ao acionar o botão na estrutura dessa caixa, o letreiro #EspalheAmor se acende e bolinhas de sabão com uma fragrância icônica da marca são lançadas ao ar.

 

Serviço:
Árvore de Natal e ações natalinas em São Paulo

Quando: até dia 8 de janeiro de 2023

Local: Shopping Cidade São Paulo

Endereço: Avenida Paulista, 1,230, Bela Vista

Horários: segunda a sábado, das 10h às 22h, e, aos domingos, das 11h às 22h

Mais informações: (11) 3595-1230

Programação gratuita 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...