Pular para o conteúdo principal


 Festival de Inverno 2022

De 1 a 31 de julho, em Bragança Paulista

 

A partir de 1º de julho, bragantinos e turistas de todas as idades poderão ser divertir com uma programação repleta de atividades totalmente gratuitas.

A abertura oficial do Festival de Inverno 2022 acontece no dia 01 de julho, às 19h30, no Teatro Carlos Gomes, com o show da Big Time Orchestra. Nos próximos dias, haverá uma série de atrações musicais e humorísticas, workshops, circos, teatro, festas julinas e muito mais. 

 

Doe leite e achocolatado

Pensando em melhorar a qualidade de vida das pessoas em situação de vulnerabilidade, a Prefeitura pede que os visitantes contribuam com o “ingresso solidário”, doando leite e achocolatado. Todos os itens arrecadados serão encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade que fará a distribuição. 

Neste ano, a troca ocorrerá da seguinte forma: para prestigiar as atrações no Teatro Carlos Gomes, os interessados deverão retirar o ingresso no dia do evento, uma (1) hora antes da apresentação, no saguão do Centro Cultural Teatro Carlos Gomes.

Já para as atividades no Clube de Regatas Bandeirantes (CRB), os bilhetes serão distribuídos na semana do evento, a partir de terça-feira, nos seguintes locais: Centro Cultural Teatro Carlos Gomes, Museu Municipal Oswaldo Russomano e Museu do Telefone. E para os demais locais não haverá troca de ingresso.

 

Acesse e acompanhe a programação completa:

 https://www.braganca.sp.gov.br/noticias/festival-de-inverno-2022-confira-a-programacao-completa-e-participe-conosco

 



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...