Exposição explora universo fantástico de Vermelho Steam
Os divertidos personagens fantásticos retratados por Vermelho Steam, como era conhecido o multiartista Cesar de Melo Ferreira, que faleceu neste ano por conta da Covid-19, podem ser conferidos na exposição “Relíquias”.
A mostra, realizada em parceria com Galeria Luís Maluf, está
em cartaz no Centro Cultural São Paulo (CCSP) e pode ser visitada até 25/9, de
terça a domingo, das 11h às 18h, com entrada gratuita.
A
exposição registra os dois últimos anos na produção do artista. São cerca de 40
obras, muitas delas pertencentes a familiares dele e colecionadores de arte, outras,
estavam sendo organizadas por ele para uma exposição prevista para ser
inaugurada neste ano.
O
espaço expositivo reproduz o ateliê do artista, preservando os materiais que
ele usava sobre a mesa, os cavaletes e até a disposição das tintas e pincéis.
Esta é uma maneira de representar essa interrupção do processo criativo. Outra
atração é um minidocumentário exibido em looping, que retrata os últimos
momentos da produção do artista e sua busca incessante por peças de garimpo que
eram usadas nas obras.
Serviço:
Exposição Relíquias
Quando: até dia 25 de
setembro
Onde: Centro Cultural
São Paulo (CCSP) - na Sala Tarsila do Amaral – funcionando com 40% da capacidade (entrada
pela praça das bibliotecas) - evento gratuito
Endereço: Rua Vergueiro,
1000, Paraíso, São Paulo
Horários: de terça a
domingo, das 11h às 18h
Funcionamento geral do prédio – áreas livres
(incluindo bicicletário)
Todos os dias, das 10h às 22h (incluindo feriados)
Para frequentar o local:
Uso obrigatório de máscara
Higienizar as mãos com álcool em gel
Sempre manter distanciamento social de 1,5 m
Cesar de
Melo Ferreira
Vermelho Steam, nome artístico de Cesar de Melo Ferreira, nasceu em 1975, na cidade de São Paulo. Suas primeiras inspirações vieram dos desenhos animados e histórias em quadrinhos. Em sua busca por introduzir um caráter lúdico e nostálgico às obras, Vermelho Steam garimpou inúmeros materiais para enriquecer os trabalhos: selos, molduras, engrenagens, objetos antigos.
As temáticas da era vitoriana e do
steampunk induzem o espectador a um mundo de fábulas com cenários carregados de
detalhes e novos personagens que nos parecem tanto familiares quanto
desconhecidos. Os inúmeros recortes criam narrativas visuais imersivas que são
convidativas à divagação e ao sonho. Sua obra conecta-se ao contemporâneo a
partir da materialidade inusitada das peças e da familiaridade trazida por suas
referências.
Fonte: site do evento
Fotos: Camila Rivereto e G1 (Vermelho Steam)




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