Pular para o conteúdo principal



Aprenda estratégias para fazer a gestão do seu tempo

Olá, bom dia.
Estava lendo sobre esse assunto, que aliás eu preciso aprender bastante, pois estou sempre “perdida” no espaço e no tempo, e resolvi trazer aqui na página.


Aprender a gerenciar o tempo tem como resultados positivos um dia a dia com menos estresse, menos retrabalho, mais tempo livre, menos tempo perdido, melhora na reputação e, claro, mais produtividade.

Acompanhe algumas opções:


Priorize as atividades:
Faça uma lista das tarefas que precisam da sua atenção imediata, com foco para o que é mais importante naquele dia.

Fuja da procrastinação:
Procrastinar é uma das atitudes que mais afetam de forma negativa a produtividade e pode ter como resultado desperdício de tempo e energia.

Agende as tarefas:
Seja com um aplicativo para gerenciar tarefas, uma planilha ou um caderno de anotações, faça uma lista de todas as tarefas e os prazos delas.

Delegue sempre que possível:
O estresse acontece quando aceitamos mais do que somos capazes de realizar em um mesmo dia.

Evite fazer mil coisas ao mesmo tempo:
Ao manter a concentração em uma coisa de cada vez, conseguimos fazer de forma mais eficiente as atividades que temos.

Comece cedo:
Acordar cedo pode deixar você mais calmo, criativo e com mente mais livre para planejar o dia que está começando.

Faça pausas: Ao olhar para várias abas abertas em seu computador e ameaçar entrar em desespero, permita-se uma pausa.

Fonte: blog estratégias e hotmart; imagens públicas internet 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...