Pular para o conteúdo principal
 Exposição ‘Arte em Madeira’ apresenta itens decorativos na Vila do Artesão

Olá, excelente sábado a todos. Aqui na Baixada tempo incerto com pancadas de chuva e mormaço. Bem, pelo menos não está aquele calor horroroso.
Para quem curte arte em madeira, fica a dica da exposição em cartaz até o final de março.
Abraços,
Até amanhã!

Arte em madeira tem exposição em Itanhaém

A Casa do Artesão realiza a exposição “Arte em Madeira” na Vila do Artesão, localizada na Rua Vereador Joviano Sales s/nº, Praia dos Sonhos.
O local abriga produtos de esculturas, marchetaria, fontes e utensílios com diferentes tipos de cores, texturas e formatos. A mostra permanecerá até o fim de março, sempre de sexta a domingo, das 14 às 21 horas.
Na exposição estão os artistas Antônio Alberto de Sousa, Vicente da Costa, Luiz Erasmo Barros, Nilton Bretas e Paschoal Theobaldo. Todos têm experiência em produzir objetos utilizando somente a madeira, proporcionando diversos trabalhos geométricos.
A Casa do Artesão é uma iniciativa que fomenta e garante visibilidade para o artesanato da Cidade. O espaço conta com cursos de capacitação, exposições, ateliês, workshops, tendas de comercialização dos produtos, além dos encontros do Time do Emprego.

Serviço:
Arte em madeira
Quando: até o final de março
Horários: de sexta a domingo, das 14h às 21h
Local: Vila do Artesão – Rua Vereador Joviano Sales, s/nº, Praia dos Sonhos, Itanhaém
Entrada gratuita

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...