Pular para o conteúdo principal
Dois Irmãos  
obra de Milton Hatoum

Olá meus amigos, excelente domingo a todos nós. Ontem o tempo durante o dia ficou nublado com chuva à noite, estava precisando chover.
Acompanhem evento literário que acontece hoje no SESC/SP.

Dois Irmãos
Hoje o grupo de discussão mensal e presencial de obras literárias Traçando Livros conversa sobre “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum, no SESC Belenzinho, em São Paulo.
Prêmio Jabuti de 1990 pelo romance Relato de um certo Oriente, publicado nos Estados Unidos e em vários países da Europa, Milton Hatoum volta à literatura com um novo drama familiar de notável densidade, também ambientado em Manaus.
O enredo desta vez tem como centro a história de dois irmãos gêmeos - Yaqub e Omar, filhos de imigrantes libaneses que chegaram ao Brasil no início do século. Na mesma casa moram Domingas, empregada da família, e seu filho, um menino cuja infância é moldada justamente por esta condição: ser o filho da empregada. É este menino, que trinta anos depois dos acontecimentos, vai contar o que testemunhou calado: histórias de personagens que se entregaram ao incesto, à vingança e à paixão desmesurada.


Serviço:
Discussão Literária sobre o Livro Dois Irmãos, de Milton Hatoum
Quando: domingo, dia 1º de outubro, das 16h30 às 19h30
Local: SESC Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000, São Paulo
Mais informações: (11) 2076-9700
Estacionamento pago no local

Local próximo à Estação do Metrô Belém e Terminal de ônibus a 550 metros da Estação CPTM Tatuapé a 1400 metros


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...