Pular para o conteúdo principal
Workshop Crônicas, 
o amor pela vida cotidiana
Acontece hoje e dia 18

Olá, tenham um excelente sábado.
Pessoal, quem gosta de escrever crônicas assim como eu acontece neste sábado, dia 11 e no próximo, dia 18, workshop sobre o assunto, ministrado pelo jornalista Marcus Vinicius Batista. Infelizmente, não poderei participar, pois não estarei na Cidade no dia 18, mas deixo aqui a dica para quem tiver interesse.
Abraços, até amanhã,
Míriam

Workshop Crônicas, o amor pela vida cotidiana
Foto divulgação
Nos dias 11 e 18 de março (dois sábados), as técnicas e segredos de um bom cronista serão desvendados no workshop Crônicas, o amor pela vida cotidiana, ministrado pelo jornalista e professor universitário Marcus Vinicius Batista.
As aulas acontecem das 9h30 às 11h30, nas instalações do Plic Ploc (Av. Almirante Cochrane, 222, Canal 5, Santos).
O curso custa R$ 90 e as inscrições podem ser feitas através do e-mail:
ou pelo telefone (13) 3022-7782

Marcus Vinicius Batista

É jornalista e professor universitário, e também autor do livro Quando os Mudos Conversam, que reúne coletânea de crônicas.
Também possui os blogs Conversas e Distrações e Giz sem Cor, nos quais publica crônicas sobre educação, política e temas cotidianos.

Serviço:
Workshop Crônicas, o amor pela vida cotidiana
Quando: sábados, dias 11 e 18 de março
Horário: das 9h30 às 11h30
Local: Plic Ploc - v. Almirante Cochrane, 222, Canal 5, Santos
Valor: R$ 90,00
Telefone (13) 3022-7782

Fonte: Juicy Santos 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...