Pular para o conteúdo principal
Composição Poética e Releituras
Novos cursos gratuitos na Casa das Rosas

Olá meus amigos, aproveitem o domingão!
A Casa das Rosas iniciou o ano com novos cursos gratuitos que estão com inscrições abertas, confira:



-Composição Poética, por Marcelo Tápia 
Quando: Terças-feiras, dias: 4, 11, 18 e 25 de abril, às 19h30.

A oficina – módulo de abertura da série “A criação literária por meio das formas poéticas”, a ser ministrada por diversos professores, com diferentes enfoques – oferecerá a oportunidade de exercitar a criação de poemas, a partir de propostas baseadas na compreensão de fundamentos e características da poesia oral e escrita. Para tanto, serão abordados conceitos como verso, ritmo, métrica, sonoridade, visualidade e outros que perpassam a história da linguagem poética.

-Releituras, por Nelson Ascher 
Quando: Sábados, 22 e 29 de abril, às 16h. 

Acontecem em abril duas de uma série de quatro palestras ministradas pelo crítico Nelson Ascher sobre poetas que produziram obras relevantes. Os primeiros encontros focalizarão os modernistas Luiz Aranha e Ronald de Carvalho.

Inscrições para os cursos:
Presencialmente na recepção da Casa das Rosas (começaram dia 08/03), até o preenchimento das vagas (40 vagas).
É necessário confirmar a inscrição frequentando a primeira aula de cada curso. Faltar na primeira aula implica o desligamento automático do aluno.

Casa das Rosas
Av. Paulista, 37, Bela Vista, São Paulo
Telefones: (11) 3285.6986 | 3288.944

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...