Pular para o conteúdo principal
Concerto especial

Para homenagear os 30 anos da Fundação Pinacoteca Benedicto Calixto, a Orquestra Sinfônica de Santos fará apresentação especial nesta quinta-feira, 29, às 20h30, no Teatro Coliseu.
O concerto conta com a participação do violoncelista norte-americano Lars Hoefs. Sob a regência do maestro Luís Gustavo Petri, a orquestra traz no programa as obras, Hebridas, de Mendelssohn; Concerto para Cello, de Elgar e a 5ª Sinfonia, de Beethoven.
A entrada é gratuita e os convites devem ser retirados no próprio teatro (Rua Amador Bueno, 237, Centro, Santos) até hoje, das 9h às 13h, e amanhã, a partir das 17 horas.

Muito legal, né? E com entrada gratuita melhor ainda.
Aproveite para conhecer o Teatro Coliseu, caso você ainda não tenha visitado, vale a pena.
Abraços,
Míriam

Teatro Coliseu
A história do teatro começou em 1897, com a inauguração de um ginásio de madeira, com velódromo, arquibancada e botequim.
Em 1909, foi substituído por um teatro com 1.500 lugares e acústica considerada perfeita.
Em 1924, foi reinaugurado com a configuração atual e 2.300 lugares. A decoração destaca, no salão nobre, a arte do italiano Adolfo Fonzari, iluminada por 39 lustres. Em forma de ferradura, a plateia permite a observação de todos os detalhes das cenas e o fosso da orquestra comporta 100 profissionais. O edifício foi muito usado para atividades políticas e o teatro, restaurado, voltou a funcionar em 2006.
O teatro fica na Rua Amador Bueno nº 237, Centro Histórico de Santos (estacionamento pago em frente)
Telefone: (13) 3226-8000
Equipamento com acessibilidade para portadores de necessidades especiais


Fonte: Guia de Santos

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...