Bom dia amigos. Compartilho com
vocês uma notícia que para mim é muito gratificante e estou muito feliz em
divulgar, pois meu irmão doutor em Biologia, participa de mais uma publicação
de livros didáticos sobre o tema e ganhou espaço no site do Instituto Federal
de São Paulo.
Hoje, domingo de Carnaval, tem
poesias lindas sobre a festa e outras, veja mais no Festival da Poesia.
Professor participa de publicação de livros didáticos
O
professor do Campus São
Roque, Fernando Santiago dos Santos, lançou, ao lado de outros autores, a
coleção de livros didáticos de Ciências “Universos”, voltada a alunos do ensino
fundamental II.
Os livros contaram com a participação de aproximadamente seis
autores. Neste último lançamento das edições SM a linguagem adotada para o ensino de
Ciências permite que o aluno perceba que a investigação científica, importante
etapa para a construção dos saberes, é algo presente no cotidiano - não há
necessidade de ser um “gênio” para fazer ciência.
Assim, o estudante tem contato com um material que explora
diferentes recursos pedagógicos, ampliando a visão de mundo e aumentando a
compreensão acerca do universo científico.
Livros
Fernando
Santiago dos Santos participou da elaboração de conteúdos didáticos do 8º
volume da coleção, que será apresentada ao mercado privado e concorrerá ao
Programa Nacional do Livro Didático (PNLD),
em 2014.
Ele escreve para as Edições SM desde 2007, tendo participado, como
autor e coordenador, das coleções "Viver Juntos - Ciências" e
"Ser Protagonista - Biologia", que participaram do PNLD 2012.
Site:
http://www.ifsp.edu.br/index.php/outras-noticias/47-sao-roque/1408-professor-participa-da-publicacao-de-livros-didaticos.html
E-mail: fernandosrq@gmail.com
Homepage: www.fernandosantiago.com.br/
Meu depoimento:
Estou muito
orgulhosa de você, mais uma vez!
Adorei meu
irmão, você merece todas as honras por seu belíssimo trabalho e pesquisa incessante
sobre a Biologia e suas ramificações, contribuindo para o desenvolvimento de
estudantes, escolas e universidades.
Parabéns.
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FESTIVAL DA POESIA
Carnaval
André Anlub
é carnaval
nos salões
nas ruas
marchinhas.
hinos e
gritos.
Levas nas
asas a festa
o belo
rito.
És pomba
da paz
alegria
dos espíritos.
O baile desmascarado
Daniel Moreira
Vago à
deriva
Pela tua superfície vã
Adentro tuas entranhas umedecidas
E meu desejo enrijecido
Descobre o que há de oculto
Sob a máscara que vestes ao me negar
Talvez a culpa não seja tua
Eu sei
Mas ao aceitar as rédeas da sociedade
Perdeste a naturalidade
E vendeste tua alma
A um Deus fabricado e vendido
Nas igrejas e nos camelôs.
Pela tua superfície vã
Adentro tuas entranhas umedecidas
E meu desejo enrijecido
Descobre o que há de oculto
Sob a máscara que vestes ao me negar
Talvez a culpa não seja tua
Eu sei
Mas ao aceitar as rédeas da sociedade
Perdeste a naturalidade
E vendeste tua alma
A um Deus fabricado e vendido
Nas igrejas e nos camelôs.
Carnaval
Mário Macedo de Almeida
Não seja noite de escuridão!
Seja uma noite de luar!
Seja noite de Paixão!
Seja uma noite felicidade
Para alegrar seu coração,
Fertilizando toda sua emoção...
Que seja um luminoso prazer!!!
Amor de Carnaval
Álvaro Domingues
joelhou-se
diante da musa e num gesto teatral, arrancou o coração de seu peito ainda
pulsando, colocando-o aos pés da amada.
A força da Palavra
Rose Arouck
A palavra tem a força
da força que lhe dá o vento
se dita sã consciente
com o imã do pensamento.
Tem o poder de destruir
ou a candura pra consolar
tem a doçura se ao falar
leva o gesto a discernir.
Uma palavra mal dita
é como uma adaga afiada
que se introduz específica
dentro da alma calada.
Sempre que se coloca
uma palavra em um texto
a intenção se desloca
se introduz e se enrosca
com aquilo que sente o peito.
Nunca duvide que a falha
de uma palavra indevida
que solta vai e se espalha
deixando amarguras na vida.
Respeito muito essa tese
que o filósofo já citou:
"Cuidado com o que dizes
não conduzas as diretrizes
mesmo com um punhado de amor"
Pois isso pode confundir
e displicente ferir
aquele que escutou.
Poesia de Neuza Rodrigues
Não sofra.
Não chore, pense que as lágrimas secam
A dor torna-se mais triste e persistente,
O olhar vê o mundo triste, tão sem brilhos,
Choro as insuficiências, confusão e enganos,
As leis que os homens criaram conduzem a tantos
destinos,
São diferentes momentos que não se pode juntar,
Às vezes nos unimos nos acariciamos,
Para depois nos afastar, a vida é assim...
Criamos momento que deviria ser eterno,
Mas por algum motivo nos afastamos dos objetivos,
São caminhos que às vezes deixamos vazio,
Por isso sofremos,
Queria ver o dia se abrir como as flores,
Cheio de perfume e brilhos,
Que não houvesse dor nem lágrimas,
Só assim sei que todos seriam felizes.
No mais profundo da minha pele
Mirian Marclay Melo

Os
raios de luz
Da alvorada.
Tudo e nada
Que pouco aduz.
Um passo contido
Um sonho contigo
Um beijo lasso.
Que revolva as estruturas
Na batismal ventura de viver!
Meu segredo adorado
No dourado dos meus cabelos
Abaixo dos meus pelos
Do sangue e da verve!
Da tântrica sangria que me ferve
E me devassa ao ponto
Do meu corpo me
Despertencer!
Escrever e adoecer a alma
Marcos Henrique
Martins
Escrever e adoecer a alma; será uma dádiva? Será uma benção?
Quem sabe ao certo esses fatos só são rotina crua. Crua é minha vida.
Sempre me sentindo um prisioneiro de mim mesmo.
A dádiva me foi dada e junto me veio a magoa, o medo e o eu sozinho.
Não me importo como serei lembrado, se como um gênio ou um retardado. Apenas ouçam minhas poesias doentias, meu desabafo.
Chorem!
Riam!
Sejam o que não fui!
- Seres livres -
Sem cortes nos pulsos, sem veneno circulando nas veias, sem saudade de um lugar que nunca foi visto por meus olhos cansados, não posso descrever, não sei descrever, mas o sinto desde menino, desde a época clara, antes das trevas reinarem em meu pensar.
Fazer-me vida;
Fazer-me paz;
Fazer-me o que não sou – alegria -.







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