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Homenagem à Semana 
de Arte Moderna

Em homenagem aos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, está em cartaz uma exposição comemorativa, promovida pela Academia Latino-Americana de Arte.
O evento irá resgatar as principais obras dos artistas daquela época, que foram importantes para a cultura brasileira e até hoje repercutem na arte moderna.
A mostra permanece até dia 17/12 e também apresenta artistas contemporâneos de diversos Estados brasileiros, como Claudio Tozzi, Lígia Prouvot, Caciporé Torres, Angélica Altmann, Marli Gusmão, entre outros, traçando um paralelo entre o panorama atual das artes plásticas no Brasil e as tendências dos Mestres de 22.
Estão expostas obras de Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, entre outros ícones da Semana de Arte Moderna. Os principais destaques são Festa de São João (Anita Malfatti), Mulher (Brecheret) e Mulher Recostada Junto à Janela (Di Cavalcanti). A entrada é gratuita.

Homenagem aos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922
Data: até dia 17/12
Horário: de segunda a sexta, das 10h às 19h
Local:
Galeria 22 - Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 417, São Paulo
Entrada gratuita
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Educação
Lição de casa pode ter dias 
contados na França

Durante um discurso realizado na universidade de Sorbonne, o presidente da França, François Hollande, declarou que deseja reformar o ensino médio e fundamental do país. Entre as mudanças que Hollande deseja implantar estão a diminuição da carga horária escolar, o investimento em escolas com baixo rendimento e o fim da lição de casa. A reforma tem como objetivo melhorar o ensino no país, que na última avaliação da The Economist Intelligence Unit, instituto de pesquisa filiado à revista Economist, ficou em 25°.
O fim da lição de casa, além de ser um sonho para os estudantes, é defendido por pais e alguns educadores, que afirmam que a tarefa não rende ganhos ao desenvolvimento escolar e contribui para o estresse. Porém, os motivos de Hollande para erradicar a lição de casa vão além do estresse. O objetivo do presidente é diminuir a desigualdade. Ele acredita que crianças cujos pais têm formação acadêmica suficiente para ajudar na lição, ganham vantagem sobre outras crianças.
Como todo debate que envolve educação, o fim da lição de casa gera uma discussão inflamada. Segundo Harris Cooper, professor na Universidade Duke, nos EUA, a “guerra da lição de casa” não tem a ver com mudar o sistema de ensino, mas sim fazê-lo corresponder às expectativas da sociedade.
Atualmente, o país com o melhor sistema de ensino é a Finlândia, onde as crianças começam a frequentar a escola aos sete anos, a carga horária escolar é curta e não há lição de casa. Já a Coreia do Sul, segunda colocada da lista, é famosa por um sistema de ensino tão rígido que o governo teve de intervir tornando ilegal que escolas fiquem abertas após às 22 horas.
Os dois sistemas são tão bem sucedidos como diferentes. A questão chave é que as escolas finlandesas e sul-coreanas estão agindo de acordo com as expectativas da sociedade de cada país. Enquanto na Finlândia as escolas prezam pela igualdade de condições, a Coreia do Sul estimula trabalhadores árduos.
Hollande deseja se aproximar do método de ensino finlandês, mas só será bem sucedido se obter o apoio da sociedade francesa. O método de ensino deve ser adaptado à realidade de cada país. Resta saber que caminho os franceses desejam seguir.
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