Pular para o conteúdo principal

Olá, uma boa sexta-feira para você.
Acompanhe as novidades de hoje no meu blog, confira:
1808, de Laurentino Gomes, dica de leitura.
Odisséia, peça hoje no Teatro Guarany, às 19h.
No Café Filosófico o assunto é Os velhos e os novos pecados, com Lendro Karnal.
Finalizo com Alquimia Gótica, veja mais.
Por hoje é só, mas amanhã tem mais novidades.
Grande abraço,
Miriam


1808 é uma boa dica de leitura para quem gosta de História

Comecei a ler o livro 1808, de Laurentino Gomes e estou gostando, por ser uma apaixonada por História, seja brasileira ou mundial.
O livro conta sobre D. João VI que foi o único soberano europeu a colocar os pés em terras americanas em mais de quatro séculos, e foi quem transformou uma colônia em um país independente.
Laurentino Gomes pesquisou durante dez anos a história da corte portuguesa no Brasil e tentou devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papeis que desempenharam 200 anos atrás.
Fica aqui uma boa dica de leitura.


-----------------------------
 Hoje tem Odisséia 
no Teatro Guarany

Inspirado no texto original de Homero, o espetáculo ‘Odisseia’, escrito há quase três mil anos, tem seu primeiro ensaio geral às 19h, no Teatro Guarany. O projeto é uma realização da ESCH (Escola Superior de Artes Célia Helena), com concepção e direção de Marco Antonio Rodrigues e dramaturgia de Samir Yazbek e elenco.
Primeira montagem do núcleo experimental ‘Estúdio da Cena’, a peça é uma versão moderna da famosa saga de Odisseu, herói que venceu a guerra de Tróia, enfatizando sua perplexidade ao voltar para Ítaca, sua terra natal.
No palco, personagens da história original, como Penélope e seu filho Telêmaco, são interpretados pela visão de um narrador contemporâneo, o próprio Odisseu, que destila sua visão ácida e por vezes bem humorada a respeito dos fatos.
O objetivo do projeto é aprofundar, fora do ambiente escolar, o vasto trabalho de pesquisa artística desenvolvido dentro da instituição, dirigida pela renomada atriz Lígia Cortez. O trabalho ainda conta com outros artistas renomados, também professores da ESCH, como Ulisses Cohn (cenógrafo) e Atilio Beline Vaz (figurinista).

Serviço:
Odisséia
Dia: 21/9, às 19h
Local: Teatro Guarany – Praça dos Andradas, 100, Centro Histórico de Santos
Classificação: 16 anos
Entrada franca
Informações: 3219-3828
---------------------------
Café Filosófico

Os velhos e os novos pecados, 

com Leandro Karnal


Os sete pecados capitais da lista consagrada são uma espécie de tratado do comportamento humano. Por séculos serviram de guia para o enquadramento dos indivíduos em padrões morais do certo e do errado. A vaidade passou a ser vista como autoestima e a avareza como própria de pessoas previdentes.
O pecado da traição dos superiores (felonia) que Dante condenou ao mais profundo dos círculos do Inferno seria visto hoje como mais leve do que a luxúria que a Divina Comédia coloca entre os menos pesados.
Assim, a ascensão de valores e o dinamismo da pós-modernidade trabalham esta base moral antiga e colocam um novo homem que, necessariamente, deve produzir novos pecados.
Transmissão ao vivo a partir das 18h em www.cpflcultura.com.br/aovivo

Data: 21 de setembro
Horário: 19h
Classificação etária: 14 anos
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 18h. A CPFL cultura em Campinas fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera.

Mais informações pelo telefone (19) 3756-8000
--------------------------


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...