Bom dia,
tenham uma excelente terça-feira.
Mais
novidades hoje no meu blog:
Mirada –
Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos começa dia 5, com vasta
programação até dia 15, veja mais.
Chega ao
Brasil o inusitado livro do australiano Shaun
Tan, A Coisa Perdida. O livro conquistou menção honrosa na Feira Internacional
do Livro de Bolonha.
Em homenagem ao Dia
da Árvore, que será celebrado em 21 de setembro, a Prefeitura de Santos oferece
no Orquidário, sempre aos sábados, domingos e no feriado, a possibilidade do
público manter contato bem próximo à natureza, veja mais.
Bem, por
hoje é só, mas amanhã tem mais novidades.
Grande
abraço,
Miriam
Mirada
– Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos
De 5 a 15 de setembro, no SESC Santos
O
Festival desenha um panorama contemporâneo de 14 países falantes do espanhol e
do português. Reúne criadores fundamentais da América Latina, do Caribe e da
Península Ibérica, conformando 42 produções entre espetáculos, intervenções,
instalações ou performances, sendo 25 delas internacionais e 17 brasileiras.
Em suas
poéticas do corpo, da palavra, da imagem, da ficção e do real, estão
representados Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba,
Espanha, México, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela.
O MIRADA
homenageia um país a cada edição. É a vez da produção mexicana, com sete
espetáculos significativos daquele universo cênico tão pungente e pouco
conhecido do espectador brasileiro. O Brasil conta com expressões de nove
Estados.
Além do SESC Santos são ocupados mais outros espaços
parceiros, entre salas de teatro, praças, parques, monumentos e demais
ambientes alternativos. Uma das novidades deste ano é a programação extensiva a
outras cidades da Baixada Santista, com apresentações em Bertioga, Cubatão,
Guarujá, Praia Grande e São Vicente.
Tal qual a narrativa do escritor mexicano Juan Rulfo
(1918-1986), que particulariza aspectos das sociedades colonizadas, por vezes
em tom de denúncia social, sem ceder uma vírgula quanto ao rumor da linguagem,
ao apuro estético, vide o romance Pedro Páramo (1965), o MIRADA acolhe obras com
tônicas histórica e social das realidades locais e globais, seus imaginários
coletivos e individuais, seus territórios rurais e urbanos.
Programação e atividades complementares
A
programação é ricamente variada, com espetáculos internacionais, nacionais,
espetáculos de rua e infantil.
Já as
atividades complementares são diversas também, como ciclo de documentários/SESC
TV, encontros e debates, exposições, intervenções/instalações, lançamentos,
oficinas, rede de intercâmbio e turismo social.
Veja a
programação completa do evento, com valores de ingressos, locais dos
espetáculos no site:
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Chega
ao Brasil o livro
A Coisa Perdida
Do australiano Shaun Tan
Shaun Tan não queria escrever uma grande história. Pelo menos não era o
que tinha em mente quando começou a rabiscar, na mesa da cozinha, um homem e um
caranguejo enorme na praia.
O australiano tinha acabado de ver a foto de um caranguejo azul em uma
revista e pôs o homem ali apenas para dar uma noção de escala. Não havia enredo
nem ideia genial por trás. Mas eles pareciam conversar. E daqueles esboços surgiu
"A Coisa Perdida" que, publicada em 2000, conquistou menção honrosa
na Feira Internacional do Livro de Bolonha, virou peça de teatro e ganhou Oscar
de melhor curta de animação de 2011. Agora, a coisa acaba de achar o caminho do
Brasil, trazida pelas Edições SM. E pode fazer adultos e crianças se perderem
em pensamentos sobre tudo o que parece perdido ou não se encaixa.
No livro, uma estranha criatura que se alimenta de enfeites natalinos é
encontrada na praia por um garoto. Meio máquina, meio polvo e caranguejo, ela
não tem definição ou origem conhecida. Está perdida e triste. Mas é amigável.
Tanto que o rapaz decide ajudá-la a encontrar seu lugar. Na cidade de céu e
cidadãos cinza, eles passam sem chamar a atenção. Surreal. A resposta parece vir do anúncio do Departamento Federal de Tralhas e Troços. Mas, nesta repartição burocrática, uma seta surge para salvar a coisa do esquecimento. Ela aponta para um não lugar colorido, atrás de uma porta, onde os seres estranhos são felizes. A sanfona toca sozinha, a gaiola tem asas e o compasso dança em rodopios.
Não há respostas claras. O próprio Shaun, ganhador do Astrid Lindgren
Memorial Award 2011 e autor de "A Árvore Vermelha" e "A
Chegada", vive encontrando novos significados: crítica ao racionalismo
econômico, à burocracia e à alienação, transição da infância para a idade
adulta.
Serviço:
A Coisa
Perdida
Autor: Shaun Tan
Tradução: Sérgio Marinho
Editora: Edições SM 32 págs. - R$ 37
Fonte: site bem paraná
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Caminho
das Árvores
No Orquidário de Santos
Em homenagem ao Dia
da Árvore, que será celebrado em 21 de setembro, a Prefeitura de Santos oferece
no Orquidário, sempre aos sábados, domingos e no feriado, a possibilidade do
público manter contato bem próximo à natureza. O 'Caminho das Árvores' começou
no último sábado para que grupos possam fazer passeios por entre árvores,
acompanhados de biólogos.
Na primeira
iniciativa, uma turma formada por crianças, jovens e adultos saiu da Fonte da
Ninfa Náiade – ponto de partida para os passeios – e percorreu durante meia
hora uma trilha que apresentou várias curiosidades de espécies da flora.
Na sequência do
passeio, o grupo recebeu lupas para observar as flores do jardim sensorial,
enquanto as profissionais da UEA explicavam a importância delas para os
vegetais, por serem responsáveis pela reprodução das espécies.
Os passeios são
realizados sempre às 15 horas.
Fonte: jornal A
Tribuna
Orquidário Municipal de Santos
Após três anos fechado, o Orquidário Municipal de
Santos reabriu suas portas
ao público no dia 5/6, durante a programação do Dia Internacional do Meio
Ambiente. Segundo a Prefeitura, o parque recebeu a maior intervenção desde sua
inauguração, há 66 anos.
Durante a reforma, a área foi ampliada em 2 mil
metros quadrados, passando a ter cerca de 24 mil metros quadrados, por conta da
remoção da Rua Doutor Adriano Neiva da Mota e Silva, que separava o Orquidário
da estação de precondicionamento de esgotos da Sabesp.
O Orquidário reproduz a Mata
Atlântica, com cerca de quatro mil orquídeas de 100 diferentes espécies, a
grande maioria afixada nas árvores, com flores o ano todo. Há 450 animais de 70
espécies, muitos circulando livremente, além de um canteiro especialmente
criado para atrair borboletas. Todos os recintos dos animais foram renovados e
ampliados, oferecendo maior campo de visão ao público e a possibilidade de
receber novos moradores.
O local também ganhou novo espaço para atividades de educação
ambiental, incluindo um auditório para palestras e cursos regulares.
História
Apaixonado pelas flores, Júlio Conceição morava no
começo do século passado em uma grande chácara no bairro do Boqueirão, onde
cultivava cerca de 90 mil orquídeas em árvores e ripados. Após sua morte, o
local foi aberto à população em 1932, sendo o primeiro ponto de visitação
pública de Santos. Passou a ser uma referência turística da cidade.
Maior orquidário ao ar livre do mundo na época, a
área foi loteada, e o patrimônio biológico vendido por valor simbólico à Prefeitura,
para formar o Orquidário. A área onde o parque foi implementado foi doada pelo
Estado para a Prefeitura em 1914.
Ingressos
Os ingressos custam R$ 5,00, com desconto de 50%
para estudantes, e gratuidade para crianças de até 12 anos e maiores de 60 anos.
Aberto de terça a domingo, das 9h às 18h, a venda
dos ingressos pode ser feita até as 17h.
O parque fica na Praça Washington, s/n°, José
Menino, Santos. Telefone: (13) 3237-6970.
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