Pular para o conteúdo principal

 

Sarau Fernando Pessoa

Neste sábado, dia 13, imperdível!

 

Diversas atividades acontecem hoje na Casa das Culturas de Santos, começando às 14h30 com a tradicional oficina literária com o curador da casa, Flávio Amoreira.

Também tem duas apresentações de livros, das 14h às 16h: “Sonho de Liberdade” e “Maria Bailarina”, respectivamente dos poetas, Bartô e Clara Sznifer e ainda tem mais...

Às 15h30, Sarau Poético em homenagem ao aniversário de Fernando Pessoa, com as poetas e declamadoras Clara Sznifer e Eunice Tomé; e para finalizar com chave de ouro, às 16h30, homenagem ao Patrono da Independência José Bonifácio, que também estaria aniversariando hoje, com declamações de poemas no Memorial José Bonifácio.

A Casa das Culturas de Santos fica na Rua Sete de Setembro, 49, bairro Vila Nova, com entrada gratuita e sem necessidade de inscrição, basta comparecer e participar!

 Abraços, Míriam 




 





Sarau Fernando Pessoa


No dia 13 de junho, há 138 anos, nascia em Portugal não um homem, mas vários, que se alternavam na forma de fazer poesia, assumindo personalidades e estilos, que foram chamados de heterônimos.

Assim era Fernando Pessoa - UM POETA EM MUITAS VOZES, que será apresentado neste sábado (13), em um Sarau, na Casa das Culturas de Santos, às 15h30, em homenagem ao seu nascimento.

As pesquisadoras, poetas e declamadoras Clara Sznifer e Eunice Tomé terão o prazer de receber as pessoas que gostam da boa poesia, e convidam para um banho nesse mar poético, parafraseando o próprio Fernando Pessoa - Navegar é Preciso. 

Colaboração: Eunice Tomé


   


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...