Pular para o conteúdo principal

 


 

Parque Reservatório Sabesp Sumaré reabre ao público

 

Olá amigos, bom dia.

Para quem reside na capital paulista, mais um parque que reabre para lazer, mas cabe ressaltar que todo cuidado é pouco quando se trata da saúde, ok? Então vamos redobrar os cuidados contra a pandemia.

Com São Paulo na fase amarela do plano de contingência contra a pandemia, há algumas semanas, o parque Reservatório Sabesp Sumaré voltou a funcionar. Cumprindo o protocolo do Centro de Contingência do Estado, o espaço está aberto em horário reduzido, de segunda a sexta-feira, das 10 às 16 horas, e funcionando apenas com 40% de capacidade.

O protocolo define regras claras a serem seguidas durante a pandemia, restringindo o uso dos locais públicos, evitando aglomerações.

Estão liberadas atividades como caminhadas e corrida, desde que os frequentadores usem máscaras durante todo tempo em que permanecerem no local e respeitem o distanciamento social. A limpeza no espaço também foi intensificada e foi disponibilizado álcool em gel.

Qualquer atividade que promova aglomeração está temporariamente suspensa.

Serviço:

O parque Reservatório Sabesp Sumaré está localizado na Avenida Professor Alfonso Bovero - Pompeia, São Paulo

Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 10 às 16 horas, entrada gratuita 


Fonte: portal do governo do estado

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...