Coluna Cantinho da Poesia
A Coluna Cantinho da Poesia desta segunda
destaca o poeminha Amoroso de Cora Coralina, divulgado no Pensador. E para quem
gosta da autora, a página do Estadão oferece matéria completa, mediante cadastro, link abaixo.
Abraços, até amanhã,
Míriam
Poeminha Amoroso
Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
Cora Coralina
Cora Coralina é o pseudônimo de Anna Lins dos
Guimarães Peixoto Bretas, que nascida a 20/08/1889 e falecida no dia
10/04/1985, foi poetisa e contista brasileira do estado de Goiás.
Considerada uma das mais importantes escritoras
brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965, quando já
tinha quase 76 anos de idade, apesar de escrever seus versos desde a
adolescência.
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