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A garota no trem

Olá amigos, tenham uma excelente terça-feira.
A dica de leitura hoje fica por conta do leitor Claudio Diniz, que me enviou a sua sugestão por e-mail.
Quem tiver sugestão de leitura, cursos, eventos etc e quiser compartilhar é só passar por e-mail:

Agradeço a participação do Claudio e espero que ele nos envie mais indicações.

Livro:
“A garota no trem”, de Paula Hawkins, editora Record, 378 páginas.

Sinopse:

Todas as manhãs Rachel uma mulher solitária, divorciada, e alcoólatra, pega o trem de Ashbury para Londres, pois precisa sustentar a sua invenção de que esta trabalhando na cidade, quando na verdade esta desempregada.
Nos momentos de devaneios e frenagens do trem, ela se depara com uma casinha, e fica obcecada, passando a observar pela janela aquela família, todos os dias, e faz daquela curiosa rotina uma história em sua cabeça e chega até dar nomes: Jees e Janson, aos moradores, como se fossem marionetes de seus lunáticos contos.
Um dia em um tranco do trem, sem querer Rachel testemunha uma cena chocante, logo depois ela descobre que Jess, que fora da sua história, se chama na verdade Megan está desaparecida. Sem conseguir se manter em silêncio, ela vai à polícia e conta o que viu. E então se inicia uma onda de mistério e revelações, que passam de abuso psicológico, violência doméstica, emocional, chegando até a assassinato.
A garota do trem é um livro de suspense que prende o leitor até o fim, por ter sua narrativa ao estilo thriller psicológico, que foi muito bem colocado, aliás, deixando o espectador o tempo todo tenso, e sem saber os próximos passos.

Paula Hawkins

Escritora britânica nascida no Zimbabwe, mais conhecida pelo romance de suspense, o best-seller “A menina no trem”. Por volta de 2009, Hawkins começou a escrever comédia romântica de ficção sob o pseudônimo de Amy Silver, tendo escrito quatro romances, incluindo Confessions of a Reluctant Recessionista. Ela não conseguiu nenhum sucesso comercial até desafiar a si mesma a escrever uma história mais adulta e séria.

Em 2016, foi selecionada pela BBC como uma das 100 Mulheres mais importantes do ano.

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