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O Diário de Anne Frank 

Bom dia queridos amigos. Hoje a postagem está por conta da querida leitora Hanah, que leu e gostou do “Diário de Anne Frank”, sua dica de leitura.
Envie a sua indicação de leitura, o que você está lendo? Envie sua dica por e-mail: miriansssantos@gmail.com
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O livro é sobre a história de uma menina de apenas 13 anos vítima do holocausto, e que se tornou uma das leituras mais emocionantes do mundo vendendo mais de 30 milhões de cópias, além de ter sido publicado em mais de 60 países e traduzido para mais de 70 idiomas.
Publicado pela primeira vez em 1947 “O Diário de Anne Frank” relata a historia de como viviam a jovem, sua família e amigos, fugitivos do regime nazista.  
A autobiografia em forma de diário discorre sobre o dia a dia de oito pessoas em um anexo escondido de apenas 70m² por cerca de dois anos.
Annelies Marie Frank, ou apenas Anne nasceu no ano de 1929 na Alemanha em uma família Judia. Filha de Otto Frank e Edith Frank, a caçula tinha uma irmã Margot Frank.


Em 1934, com a ascensão dos nazistas ao poder alemão, Anne se viu obrigada com apenas 4 anos a mudar de sua cidade natal para os Países Baixos, onde viveram bem ate 1940 quando a comunidade Judia passou a ser perseguida e proibida de frequentar diversos locais. Dois anos mais tarde a família de Anne, Albert Dussel e a família Van Daan se alojaram no anexo secreto que ficava localizado no escritório que pertencia ao pai da garota.
Em 12 de junho de 1942 em seu aniversario de 13 anos a menina foi presenteada com um diário, onde passou a escrever tudo o que observava e o que lhe acontecia. Embora o anexo fosse frequentado apenas pela família e amigos, Anne não se sentia em casa. Os moradores do anexo tinha que dividir seus espaços, móveis, livros. Eles não podiam fazer nem um tipo de barulho ou ouvir música. Tão pouco acender as luzes em determinados horários. O banho só poderia ser aproveitado por uma vez na semana, e a comida era sempre grãos ou enlatados. Não podiam ir à escola, nem sair para passear.
O diário foi encerrado em 1º de agosto de 1944, três dias depois em 4 de agosto do mesmo ano, Anne e todas as pessoas do anexo foram levados pela Polícia Secreta do Estado para os campos de concentração, Anne morreu um ano mais tarde no local, com apenas 15 anos de idade.




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