Pular para o conteúdo principal
Semana de Produção Multimídia

Anualmente acontece a Semana de Produção Multimídia da Universidade Santa Cecília, conhecida como SAMBA.
A programação traz nomes reconhecidos para conversar com os alunos do curso e também com a população interessada nesse tema, uma vez que as palestras são gratuitas e abertas ao público.

Semana de Produção Multimídia 2017
O evento acontece entre os dias 24 e 28 de abril, sempre a partir das 19 horas, com palestras no Anfiteatro do bloco D (Rua Oswaldo Cruz, 277, Boqueirão, Santos). Quem não é aluno e quiser assistir alguma das palestras terá essa oportunidade – os organizadores pedem apenas a doação de 1 kg de alimento não perecível para o programa Dividindo para Somar.


 Programação:
Dia 24/04: Dia de design gráfico: aula magna com Morandini.
Tema: Entendeu ou quer que eu design?

Dia 25/04: Dia de cinema e vídeo: Wellington Pingo, diretor de produção de cinema e TV.
Tema: Produção e criação de conteúdo.

Dia 26/04: Dia de web, games e novas mídias: Ludmilla Rossi, da Mkt Virtual.

Dia 27/04: Dia de trilha sonora: Tony Berchmans Canto fala sobre a música do filme.
Tema: Das Origens aos Novos Olhares sobre a Música de Cinema.

Dia 28/04: Dia de design editorial: designer Maíra Miranda.
Tema: Do conteúdo à forma: metodologia criativa no design editorial — ou muito além de “fazer caber”.

Acesse a página do evento no Facebook:

Fonte: Facebook SAMBA e juicy santos

Espero que gostem da dica.
Grande abraço e até amanhã,
Míriam

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

  Imagem pública Google Giro pela Cultura e História Hoje tem Sarau Literário-Gastronômico em Santos   Amantes da literatura brasileira não podem perder o sarau literário-gastronômico que se realiza nesta quinta-feira (18/06), das 19 às 21 horas, na Casa das Culturas de Santos.   Além de conhecer a biografia e poemas do poeta, cronista, cotista e jornalista Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, mais conhecido como Olavo Bilac, considerado o "príncipe dos poetas brasileiros", os quitutes foram inspirados na tradicional e sem igual Confeitaria Colombo do Rio de Janeiro, frequentada pelo poeta.   O evento é totalmente gratuito e sem necessidade de inscrição basta comparecer no horário e participar, quem quiser leve seu poema e leia! A casa fica na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, Santos. Imagem pública Google   Olavo Bilac Olavo Bilac (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro/RJ, em 16 de dezembr...
Poesia Telha de Vidro Rachel de Queiroz Uma boa semana a todos nós! Ontem foi um dia complicado porque fui fazer um curso e no sábado estive numa festa. Só tenho a avaliar que meu final de semana foi ótimo! E nada melhor para relaxar na segunda com uma poesia, não é? Ainda mais depois da turbulência política de ontem, que começou na sexta (só lembrando que este veículo serve aos leitores temáticas culturais e não discuto aqui nada sobre política, somente uma pequena pincelada, para que este meu projeto não se torne um salseiro). Então vamos a Poesia Telha de Vidro da ilustre Rachel de Queiroz, espero que gostem. Tchau pessoal, até amanhã, Míriam Quando a moça da cidade chegou   veio morar na fazenda,   na casa velha...   Tão velha!   Quem fez aquela casa foi o bisavô...   Deram-lhe para dormir a camarinha,   uma alcova sem luzes, tão escura!   mergulhada na tristura   de sua treva e de sua única portinha... A moça nã...
Bom dia. Segue o conto “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão. Importante texto que serve de reflexão sobre a prática danosa da derrubada de árvores indiscriminada, uma tendência mundial de devastação da natureza. O homem que espalhou o deserto Ignácio de Loyola Brandão Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pou...